13 novembro 2016

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Fanfic: Amor de Colegial - Capitulo 01

Fanfic: Amor de Colegial - Capitulo 1

CAPÍTULO UM

Pov| Bella

“Filha está na hora de você ir para a escola.” senti alguém me cutucar, fingi que não era comigo.

“Vamos Isabella e seu primeiro dia, você não vai querer se atrasar.” ela disse como se entendesse o que ela estava tentando me obrigar a fazer.

“Eu não quero ir, me atrasa será o de menos.” eu disse, enquanto eu puxava a coberta tampando a minha cabeça.

“Isabella você não tem alternativa então levante-se e vá se arrumar logo.” eu continue ignorando-a.

“Vou ter que chamar seu pai?” ela perguntou.

“Você pode chamar quem você quiser isso não me fará levantar a essa hora.” eu disse, me arrependendo de não ter trancado a porta ontem.

Eu fiquei quieta esperando que ela continuasse com o falatório que não veio, ouvi a porta bater, dei um grito e soquei o travesseiro, eu queria dormi, mas se eu não levantasse meu pai viria aqui e me encheria o saco, e eu não estava com paciência para isso.

[....]

Gemi ao me ver se obrigada a colocar aquele uniforme, aquela saia era curta demais, a blusa social branca era transparente e por eu ter escolhido um sutiã roxo ficava mais ridículo ainda, abri meu guarda roupa e peguei um colete preto coloquei por cima da blusa aquilo me ajudaria a esconder a transparência.

[....]

“Bom dia.” disse meu pai assim que me viu entrando na sala de jantar, ele estava sentado na cabeceira da mesa, e minha mãe estava do seu lado esquerdo, ela sorriu pra mim.

“Querida você quer que eu penteei seu cabelo.” ela perguntou.

“Não meu cabelo está bom assim.”

Ela assentiu, ela não discutiria comigo porque sabia que eu jamais deixaria ela me emboneca como ela fazia antigamente.

“Bom sua prima, Alice, ligou e perguntou se você queria uma carona, eu aceitei por você .” ela disse, agora mais essa, teria que ficar pegando carona tudo por que supostamente eu estava de castigo e não podia dirigir meu carro.

“Ok.” concordei mesmo não gostando muito da ideia.

“Querida se anime e seu primeiro dia na escola.” ela disse.

“Que divertido.” eu disse forçando um sorriso, ela riu do meu sarcasmo.

“Quanto sarcasmo a essa hora da manhã.” disse meu pai.

Bufei, eu não estava com paciência para aquele papo família aquela hora da manhã.

Minha mãe e meu pai sentados lado a lado desfrutando de um café tranquilamente, aquilo era a maior falsidade, eles se odiavam, só estavam juntos para tentar me manter no controle.

Minha mãe odiava meu pai por causa das constantes traições dele.

Meu pai odiava minha mãe por ela ser quem ela era, uma cantora, sexy, independente que nunca precisou dele.

E eu me desagradava com os dois, não podia dizer que eu os odiava, o ódio era uma palavra muito forte e eles ainda eram meus pais, mas a muito tempo que eu já não sentia um sentimento bom por eles, afinal eles tinha destruído minha infância e agora queriam me obrigar a viver esse teatrinho que segundo eles era o melhor pra mim, era sempre assim o melhor pra mim, mas as coisas que eles achavam serem boas pra mim, já não eram tão boas assim.

Quando eu tinha cinco anos meus sonhos de menina foram destruídos, eu tinha uma casa feliz e uma mãe que eu amava e um pai presente, mas isso mudou quando a Chelsea chegou na vida do meu pai, ela era quinze anos mais nova que ele, ela era a secretária dele, eles tiveram um caso, não sei se foi o primeiro caso do meu pai durante o casamento, mas com certeza foi o mais grave.

Aquela mulher teve a capacidade de destruí o casamento dele, a vadia gravou um vídeo deles na cama, e divulgou na mídia, foi a traição mais comentada do seculo, afinal minha mãe estava no começo de sua carreira, estava vendendo milhões, meu pai era o mesmo milionário que e hoje, talvez hoje ele seja mais rico hoje, mas isso não importa.

A única pessoa que foi afetada com aquela traição foi minha mãe, ela era a corna da história, mas isso realmente não me importaria isso caso tudo aquilo tivesse destruído a relação dos meus pais, eles nunca mais se trataram como antes, no começo, era pior eles nem se falavam, e como nenhum dos dois tinha tempo e nem queriam abdicar de suas careiras por mim, ele acabaram me mandando para uma escola interna, escola essa que eu fiquei até meus treze anos, foi ai que eu me rebelei, no natal, unica data festiva que eu podia passar em casa, eu fugi. E mesmo conhecendo muito pouco da cidade eu consegui me manter fugida durante seis dias, com a ajuda de um amigo que eu fiz na rua Jacob, mas depois disso meu pai com seu dinheiro me achou. Mas eu bati o pé e disse que só voltava para casa se eu pudesse ficar com eles, no começo ele negou mais eu bati o pé e disse que ele poderia ir embora e esquecer que tinha filha que eu ficaria ali, na rua mesmo, acho eu que ele ficou apavorado com a possibilidade e acabou aceitando minha chantagem e deixando eu ficar com eles. Eu não me arrependo de ter escolhido ficar, mesmo com todas as brigas e tudo o que aconteceu comigo durante esse tempo, eu preferia ficar ali perto deles.

“Senhora Cullen sua afilhada acabou de chegar.” disse uma das assistentes da minha mãe.

“Ótimo mande ela vir aqui.”

Minutos depois entra uma baixinha na sala de jantar, ela tinha cabelo curtos e usava o mesmo uniforme que o meu, eu não podia dizer que eu era melhor amiga dela,eram poucas as vezes em que nós nos víamos e quando isso acontecia eu não falava com ela e nem ela comigo, afinal eu era a ovelha negra da família, eu não entendia o por que desse surto de gentileza de me oferecer carona, talvez a mãe dela a tenha obrigado, já que tanto minha mãe quanto a mãe dela achavam que devíamos ser melhores amigas, mas isso jamais iria acontecer, eu e ela não tínhamos a mesma personalidade, gostávamos de coisas diferente e tínhamos conceitos sobre as coisas que era totalmente opostos.

“Bom dia.” ela disse, pude ver a cara de desagrado dela para o meu cabelo.

“Bom dia.” respondeu meus pais em sincronia, eu só balancei a cabeça.

“Bom não quero atrapalhar seu café mais temos que ir.” ela disse.

“Ok.” eu disse a garota até então estava sendo gentil eu não precisava ser grossa com ela.

Me levantei da cadeira, ela me olhou com cara de nojo.

“Você não vai pentear os cabelos não?”

Qual é por que todo mundo tinha que esta sismado como o meu cabelo.

Eu ficaria com ele do jeito que eu quisesse, e ele nem estava bagunçado, só não estava arrumado do jeito escorrido que todas elas usavam.

“Meu cabelo está ótimo.” eu disse e passei por ela.

“Querida sua mochila.” lembrou-me minha mãe.

Respirei fundo, para não surta e fui ao caminho contrario que eu iria antes, subi as escadas correndo, entrei no meu quarto e peguei aquela mochila que mais parecia uma mala de tão cheia que estava, se me perguntasse o que tinha ali dentro eu não saberia, minha mãe que tinha a arrumado, por mim só um caderno e uma caneta bastava, mas se tratando da minha mãe, eu podia esperar que tivesse de tudo ali dentro.

[...]

A garota dirigia um porche amarelo tipo o carro era lindo, mas aquela cor ela tipo, muito chamativa.

Passamos a maior parte do caminho em silencio. Quando estávamos se aproximando da escola era começou a fala:

“Bom sei que somos primas mais eu não quero que você fale comigo na escola, finja que não me conhece, você se veste assim, tem esse comportamento esnobe e eu sinceramente não acho que você possa ser aceita no grupo dos populares, grupo esse que eu pertenço, como não quero ser excluída por andar com uma menina como você então mantem distancia, e se você puder não envolver nossas mães nisso eu realmente agradeceria, sabe por que se você falar alguma coisa eu irei falar a versão contraria, e sinceramente quem você acha que vão acreditar.” eu fiquei pasma com as palavras dela, aquela garota estava me chamando de esnobe, e estava me tratando assim.

“Serio se você tem esses conceitos sobre nossa não amizade por que raio de motivos você me ofereceu uma carona.” perguntei, não perderia meu tempo respondendo as coisas que ela tinha me dito.

“Por que minha mãe acha que devemos ser amigas, e eu não quero decepcionar minha mãe, mas nos duas sabemos que não podemos ser amigas.” ignorei o que ela tinha dito, aquela garota era maluca, voltei ao silencio que eu estava, ela estacionou , sai do carro ela fez o mesmo e entrou direto na escola,sem nem me espera, se ela isso que ela queria então ta eu não precisava dela para nada, respirei fundo e entrei na escola, eu tinha estado ali na semana anterior com a minha mãe, então eu sabia aonde era a secretária, então comecei a andar até lá.

Fui recebida pela mesma secretária da semana anterior, ela sorriu pra mim, retribui.

“Bom dia querida.”

“Bom dia.”

“Bom seus horários já estão separados, espero que goste daqui, sua turma e a 3001, e a menina Ângela vai te mostrar a escola.” ela disse apontando uma menina que eu nem tinha percebido a presença, ela sorriu pra mim, rapidamente cheguei a conclusão de que ela era aluna também afinal ela estava de uniforme.

“Olá eu me chamo Ângela e vou te mostrar a escola.” ela estendeu a mão.

“Isabela.” disse apertando a mão dela. “ Mas me chame de Bella.”

“Ok.”

Peguei os papeis que a mulher da secretária me oferecia, Sue era o nome que estampava o crachá dela, conferi e vi que era um calendário com as matérias e os dias.

“Bom querida esses sãos os seus horários, como diz ali em baixo duas horas para cada matéria, aconselho a você a ter sempre esse papel, a Ângela irá mostrar aonde e sua sala, educação física e curso de linguás você fará em um sala diferente, educação física e sempre na quadra,” a Sue disse.

“Ok.”

“Podemos ir?” perguntou a Ângela. “ Sabe os professores odeiam atrasos e já estamos atrasadas.”

“Claro. Tchau Sue.” me despedi da secretária e saímos.

A Ângela era uma garota legal, ela me levou a sala de aula e me explicou umas coisas sobre onde ficava cada coisa e o pátio da escola já estava quase vazio ela disse que as aulas já tinham começado por isso deveríamos nos apresar, quando chegamos à sala ela bateu na porta e um professor com cara de mal humorado veio abri a porta que estava trancada.

“Ângela sabe que eu não permito atrasos.” ele disse com uma voz que era chata de se ouvir.

“Desculpa professor e que o diretor me pediu para acompanhar a nova aluna ate a sala dela que por coincidência e a mesma que a minha.” ela disse apontando para mim e eu não gostei do jeito que aquele professor olhou para mim.

“Aluna nova no meio do ano.” ele disse continuando a me encara com uma cara feia

“Sim, porque algum problema?”

“Claro que tem” ele disse fazendo sinal para que entrássemos. “Espero que possa acompanha a turma não irei volta matéria nenhuma por você.”

A turma inteira começou a rir

“Eu acho que não será necessário, isso ai “ eu disse debochadamente apontando para o quadro. “Eu aprendi com dez anos.”

A turma toda começou a ri e o tal professor estava vermelho de raiva.

“Acho que a senhorita já atrapalhou demais a minha aula, por favor vá se sentar ali.” ele disse apontando para o único lugar vazio que era perto de nada mais, nada menos do que meu priminho Edward Masen.

“Fazer o que.” Eu disse me encaminhando parei perto da mesa e disse. “Eu quero me sentar no canto.”

“Nem vem gótica.” Ele disse não me reconhecendo.

“Gótica?” Perguntei, já tinham me chamado e tudo, mas de gótica era a primeira vez.

Me sentei na beirada mesmo, não queria fazer uma cena por causa de um lugar.

Nem eu nem ele falamos mais nada e o resto das aulas passou rápido o professor de Biologia era bom explicando, mas como pessoa ele era insuportável.

Quando chegou a hora do intervalo eu fui uma das ultimas a sair da sala, fui direto para o pátio quando eu cheguei eu percebi que a escola era bem dividida, tinha a mesa das lideres de torcidas e os jogadores, outra com os nerds, góticos e afins.

Vari o local procurando um lugar em que eu pudesse ficar sozinha, eu era olhada por todo mundo e aquilo me incomodava, no refeitório não tinha, sai do refeitório e fui para um jardim que eu tinha conhecido na semana anterior, quando eu vim conhecer a escola, era um mini jardim, fui até lá e me sentei na grama, peguei meu iphone e coloquei Evanescence para soar nos meus ouvidos “My Immortal”, minha musica favorita no mundo, ela resumia tudo que eu estava sentindo a muito tempo.

“These wounds won’t seem to heal

This pain is just too real

There’s just too much tha time cannot erase”

[My Immortal-Trecho-Evanescence]

“Essas feridas parecem não querer cicatrizar

Essa dor é muito real

Há simplesmente tantas coisas que o tempo não pode apagar”

[My immortal-Trecho traduzido-Evanescence]

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