12 novembro 2016

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Fanfic: Dominada - Capitulo 01


Fanfic: Dominada - Capitulo 01

Prologo
Eu posso lidar com isso, eu acho...
Pov|Bella
"Eu não entendo por que esse cara tem que ficar aqui, por que não pode ser como das outras vezes?"
Era ridículo eu ter que mentir dentro da minha própria casa.
"Isabela eu já expliquei e não quero voltar a esse assusto de novo" disse meu pai, deixando claro que ali naquela situação,minha opinião não importava.
"E se eu não quiser ajudar."Ameacei.
"Simples eu mando lhe prender por está atrapalhando uma investigação federal." Disse meu pai, como se você normal ele querer me prender só por que eu não estava disposta a ajuda-ló com o plano doido de prender um mafioso, um tal chefão da mafia. "E ouse me desafiar, eu quero que você faça qualquer coisa que possa atrapalhar meus planos eu te prendo até essa missão esteja concluída, você está avisada."
Ele saiu da sala logo depois de falar, minha mãe me olhou seria.
"Por que voltar nessa conversa, pensei que já tivéssemos encerrado esse assunto"

"Mãe vocês não vêem que isso e loucura esse cara e realmente perigoso e vocês estarão abrindo a porta da nossa casa para ele,isso e errado, muito errado."
Eu disse, ela virou os olhos.
"Eu já lhe falei que não a com o que se preocupar a Tanya e uma agente treinada, uma das melhores agentes do seu pai, e terá outras agentes aqui, mas a missão é dela, meu único medo e você, mas você se manterá afastado desse cara o máximo possível, eu já inscrevi você em alguns cursos extras na escola para que você passe mais tempo lá do que a aqui em casa." Disse minha mãe.
"Essa Tanya e outra que eu não confio. E como que faremos para que parecermos irmãs eu ou ela iremos pintar o cabelo?" perguntei, pois a Tanya era loira, tinha olhos azuis, alta e magra de mais, ela tinha um corpo de modelo, totalmente diferente de mim.
"Nenhuma das duas precisará mudar nada a Tanya se passará por filha somente do seu pai." Ela disse, eu não tinha medo desse tal Cullen, eu só não o queria aqui em casa, algo me dizia que iria dar tudo errado.
"Não irei falar mais nada, mas só me explica uma coisa, como que vocês conseguiram que esse cara vinhe-se passar algumas semanas aqui?" Perguntei, pois o cara sendo rico como era, precisaria estar com um problema muito grande para ficar hospedado na casa de estranhos.
"Bom, ele está com uns problemas na Itália e como ele precisaria fugir por algum tempo, Nova York pareceu um bom lugar para ele vim, como se hospedar em um hotel chamaria muita atenção por ser quem ele e e possuir o sobrenome que ele possui, ele estava atrás de um lugar em que não pertence a família dele e nem a ele, cobrando alguns favores, seu pai conseguiu que nossa casa você a opção numero um." Disse a Tanya ela realmente estava levando a serio esse lance de que iriamos ser irmãs, já estava até falando nossa casa.
"Mas tendo a quantidade de inimigos que um mafioso deve possuir ele não investigou sobre nos?" Perguntei.
"Claro que sim, mas temos a ajuda do FBI e da CIA, esconder quem somos foi a parte fácil." Disse minha mãe.
"E qual será a parte difícil?"
"Fazer com que ele se apaixone por uma de nossas agentes."
"Vocês querem controlar o amor?" Perguntei rindo era hilario que eles achassem que era só a Tanya (peito e bunda) aparecer que pronto o cara iria se apaixonar assim do nada.
"Claro que não Isabela, ele não precisa se apaixonar realmente basta se interessa dar a abertura para que uma das nossas agentes entre na vida dele e consiga as provas que são necessárias para prende-ló." disse a Minha mãe.
"Vocês estão assistindo filmes de mais" eu disse rindo.
"Claro que não, preste atenção as nossas fonte dizem que ele e o pai estão brigando muito por que ele iria completar trinta e ainda não tem uma esposa e um herdeiro homem, ele deve estar atrás da mulher para isso, a Missão da Tanya e tentar ocupar esse lugar."
"Ainda acho que estão assistindo filmes demais, mas eu realmente vou seguir seu conselho mãe e vou ficar assistindo isso de longe e se alguma coisa der errado eu vou fugir para a casa do Billy". Ameacei,minha mãe virou os olhos, ela tinha essa mania chata.
Eu sinceramente achava aquele plano fantasioso demais e eles precisariam estar com muita sorte para que essa maluquice desse certo eu iria realmente me afastar e assistir de longe era só algumas semanas, um mês no máximo, eu poderia lhe dar com isso, eu acho.
[...]
"Bom o avião dele já possou e em algumas horas ele estará aqui, agora e o momento de desistir, depois que ele pisar aqui o resto será resto." Disse meu pai, todas as agentes estavam reunidas na sala principal, no total era 8 agentes:
Dani, iria se passar por cozinheira, ela tinha 45 anos e era muito bonita para a idade dela;
Juliana e camila iriam ser as arrumadeiras, ambas tinham 22 anos;
Carmem, tinha 27 anos e iria se passar por amiga da minha "irmanzinha" que estava também hospedada ali.
Cláudia iria ser a jardineira ela tinha 31 anos;
Jennifer e Alana seriam as empregadas, Jennifer tinha 28 e Alana 24.
Manuela era a copeira daqui de casa e ela tinha concordado em ajudar e além das oitos agentes tinham meu pai, todos os 6 seguranças, que eu não tinha conseguido gravar o nome, minha mãe e a chata da Tanya.
Todos olhavam para o meu pai seriamente, era obvio que ninguém iria desistir naquele momento.
"Ótimo , então cada um vá para o seu posto, a parti de agora a missão esta oficialmente iniciada." Eu revirei os olhos para o discurso do meu pai, da sala eu era a unica que estava sentada, assim que meu pai falou a maior parte das pessoas sairão.
"Dona René eu devo preparar algo para vocês comerem?" Perguntou Manoela com seu jeito tímido.
"Não querida apenas faça seu serviço normalmente, deixe que o almoço que ira prepara será a Dani." Disse minha mãe delicadamente.
"Ok, com licença."
Ela saiu da sala rapidamente deixando apenas eu, a Tanya, a minha mãe e meu pai, mais dois seguranças.
"Senhor devemos ir para o aeroporto, esperar esse carra chegar? "perguntou um deles.
"Não será necessário." Respondeu meu pai eles acenaram com a cabeça e sairão andando.
"Mãe eu posso ir para a casa do Jake?" perguntei, não estava disposta a ficar ali esperando esse cara chegar.
"Não."Ela disse curta e grossa.
"Deixe a ir René e melhor assim era para de sussurra e bufa a cada segundo em que falamos algo sobre a missão, você sabe que esses primeiros minutos são cruciais para a missão, ela aqui só ira atrapalhar." disse meu pai eu olhei esperançosa para minha mãe.
"Ok, mas volte antes das três da tarde se não seu castigo só ira ficar maior." Disse minha mãe.
"Ok, te amo papai" eu disse me levantei fui até meu pai deu um beijo na bochecha dele e sai correndo antes que meu pai se irritasse e voltasse atrás.
[...]
"Jake sua namorada chegou" gritou tia Sue.
"Eu não sou namorada dele" eu disse e dei um beijo no rosto dela e me sentei em uma das cadeiras da cozinha;
"Eu adoraria que você fosse talvez você desse um jeito nele." ela disse e se virou para mim.
"Ou ela o estragaria de vez" disse o Billy entrando, empurrando sua cadeira de roda;
"Falar de mim assim e muita crueldade sua Billy eu sou um anjo, mas esquecendo isso cadê o Jake?" perguntei, era bem obvio que eu não era um anjo mais eu não me portava tão mal assim.
"Está malhando, daqui a pouco os músculos dele explodem." disse a Sue.Percebi que o Billy me observava seria mente, eu desviei o olhar, eu sentia pena do Billy ele tinha perdido os movimentos das pernas em uma das missões dele, ele era um dos parceiros do meu pai e arriscou a vida para salvar meu pai. Foquei meu olhar nos armários da Sue, eu conhecia aquela cozinha também quando eu conhecia a cozinha da minha casa, os armários brancos, sobre as paredes verdes clara, a pequena mesa de quatro lugares que ocupava o centro da cozinha, o piso de madeira, as grandes janelas, com vista para o jardim e para a rua;
_Oi gata.
Eu pulei da cadeira só o idiota do meu melhor amigo para me assustar assim.
"Jake, seu idiota vai assustar a sua mãe."
"Por que eu querida?" Perguntou a Sue.
"Foi só um modo de dizer tia, me desculpe e que seu filho e um idiota" eu disse e fiquei de pé. "Jake venha eu preciso conversa com você.
Sai da cozinha seguindo o caminho que me levaria ao quarto do Jake, assim que cheguei no mesmo me deitei na cama e fechei os olhos.
"Chega pra lá espaçosa" disse o Jake e me empurrou para o canto e se deitou, ocupando bem mais da metade da cama.
"Depois a espaçosa sou eu."
Ele riu, gargalhou na verdade.
"Mas você e espaçosa e eu sou grande."
"Você e gordo na verdade." eu brinquei.
"Eu sou sarado gata você tem inveja por você ser sedentária" ele disse.
"Eu não sou sedentária eu pratico natação" afirmei nada me deixava mais livre do que nadar.
"Não vou discutir com você." Ele disse se virou para mim. "Sua mãe te tirou do castigo?" ele perguntou.
"Sim e não ela deixou eu vir aqui, mas eu continuo de castigo."
"Por que ela abriu essa exceção?" ele perguntou.
"Sabe lá em casa está todo mundo tenso com a chegada do novo hospede" eu disse mesmo sendo meu amigo o Jake não sabia sobre a missão e nem que nossos pais eram espiões nem nada parecido.
"Não sei por que seu pai está abrindo a casa para esse cara que ninguém conhece." disse o Jake.
"Nem eu."
Menti, eu não podia contar a verdade.
"Deixa essa historia pra lá vamos assistir um filme."
O Jake se levantou e colocou um filme qualquer para nos dois assistirmos, mas eu nem prestava atenção no filme minha cabeça estava em casa eu estava preocupada e acima de tudo curiosa para saber como essa historia iria termina, mas de uma coisa eu estava certa algo muito serio iria acontecer algo que mudaria minha vida pra sempre.
[...]
Fui embora antes do filme acabar, ainda faltava algumas horas para que o tempo imposto pela minha mãe acabasse, mas eu não estava com paciência para as brincadeiras sem limites do Jacob.
Eu não precisei que ninguém me disse-se que "O Convidado" especial já tinha chegado, assim que eu cheguei em frente da minha casa percebi as mudanças nítidas, a quantidade de seguranças ali era mais do que o dobro que tinha quando eu tinha saído, todos eles estavam vestidos em ternos pretos, somente um vestia um terno cinza claro julguei ser ele o tal mafioso eu não conseguia ver a aparência dele já que o mesmo se encontrava de costas pra mim, eu tinha que chegar logo junto com ele, cogitei me virar e volta a casa do Jake, mas antes que eu o fizesse um dos seguranças do meu pai, abriu o portão e me cumprimentou, sorri e acenei pra ele.
Passei pelo portão meia temerosa, me sentia constrangida, afinal em questão de segundos eu tinha virado o centro das atenções, todos aqueles homens olhavam pra mim, senti minhas bochechas esquentarem.
O homem de cinza se virou e me olhou, ele não transmitia nenhuma expressão, estava com a cara seria, ele era muito bonito, tinha o rosto meio infantil em um corpo de homem, os músculos dele se destacavam no terno, os cabelos pretos estavam devidamente penteados para trás, ele olhou pro segurança que tinha aberto o portão para mim e perguntou:
"Quem é ela?"
"Essa e Isabela Swan, filha mais nova do Charlie."
Ele me olhou tirou um aparelho do bolso e disse:
"Venha aqui por favor?"
"Pra que?"
"Só quero que você coloque a mão aqui, será algo rápido."
Me aproximei dele meia receosa, ele pegou a palma da minha mão lentamente, eu estava tremendo levemente, não sabia qual seria o próximo movimento dele, e isso me assustava.
Um outro segurança se aproximou de mim com um pano e começou a limpar a palma da minha mão, o pano estava úmido e tinha um cheiro forte, o que estava de terno cinza, ao percebe meu incomodo disse:
"Relaxa isso e apenas para deixar suas impressões digitais mais claras."
"Pra que você quer minhas impressões digitais." Tentei puxar meu braço, mas o aperto dele se tornou mais forte assim que eu tentei, se ele continuasse apertando meu pulso assim, ficaria com a marca da mão dele ali.
"Coloca a mão aqui" Ele me mostrou o aparelho eletrônico, que minutos antes ele tinha tirado do bolso.
"Não."
"Isso pode ser por bem ou por mal, mas vai ser."
Eu podia ver nos olhos dele que ele não estava brincando.
"Larga o meu braço."
"Coloca a mão aqui, espere suas digitais serem escaneadas e eu te soltarei."
Muito a contra gosto cedi e o deixei que guiasse minha mão até a tela do aparelho, que mais se parecia com um tablet, ele ajeitou meus dedos e largou minha mão, uma luz verde passou por debaixo da minha mão, ele sendo nada delicado tirou minha mão de cima do aparelho e me deu as costas, falando com o homem que tinha limpado minha mão.
"Senhorita Swan, sua mãe lhe espera no escritório dela" disse o segurança que tinha aberto o portão pra mim.
[...]
Bati na porta, esperei que minha entrada fosse autorizada.
Entrei na sala minha mãe estava de pé olhando para a janela que dava uma bela vista pro jardim, de la era possível ver todos aqueles homens de preto.
"Eles estão estragando meu jardim."
Minha mãe suspirou, olhando a cena.
"Eles são uns brutamontes."
"Bom pelo que eu vejo você já sabe que o todo poderoso já está aqui, eu apresento você a ele durante o jantar, depois disso, se mantenha distante o máximo que você puder."
"Não será necessário eu acabei de conhece-ló" disse com rancor, meu pulso estava dolorido,
"Você não pode ter o conhecido, já que ele está lá em cima com a Tanya."
"Então quem é o de terno cinza no jardim?"
"Aquele e o "Trevo" chefe de segurança dele."
"Trevo?"
"Sim, ele na verdade se chama Miguel, mas ganhou esse apelido por causa de sua sorte exagerada." Minha mãe ficou diferente quando falou dele, sei lá em certo ponto olhando pro rosto dela eu achei que ela poderia começar a chorar, coisa que nunca vi, minha mãe nunca chorava.
"Está chorando mãe?"
"Por que eu estaria chorando, Isabela?"
"Não sei, mas você está estranha."
"Pare de ver coisa onde não tem, e eu vou pedir de novo se mantem distante dessas pessoas."
"Eu já disse que não pretendo ter nenhuma proximidade com eles, agora eu vou pro meu quarto."
"Ok."
Eu não sabia o que minha mãe tinha, mas era claro que algo estava mexendo com ela.
Subi as escadas correndo e me tranquei no meu quarto.
[...]
Batidas na porta me tiraram dos meus devaneios, minha mãe entrou no meu quarto, ela estava com sua famosa mascara de frieza.
"Estava dormindo?"
"Não."
Respondi me sentando na cama.
"Bom tire essa cara de preocupação e vamos jantar."
"Eu estou com medo."
"Não tenha medo, eu irei te proteger de tudo, mas se você fizer tudo como eu te pedi não terá com que se preocupar, afinal se você me obedecer você não terá nada a ver com isso."
"Eu não tenho medo por mim."
"Não quero que você tenha medo por mim e nem pelo seu pai, somos grandes e sabemos exatamente o que estamos fazendo."
"Sabe mesmo"
Ela me olhou e riu.
"Sim sabemos, agora chega desse assunto, vá lavar esse rosto, arrumar esse cabelo e coloque um sorriso na cara e desça por que o Jantar já será servido."
"Ok."
Não levei muito tempo para me arrumar, só joguei uma água no rosto e fiz um coque no cabelo.
[...]
Enquanto eu descia as escadas, minha mãe repetia todas as recomendações que eu já tinha ouvido umas dez vezes;
Quando chegamos na porta da sala de jantar, fiquei impressionada e envergonhada, envergonhada porque todo mundo ali estavam muito bem vestidos, como se fosse um jantar de gala, até meu pai, enquanto eu estava vestida da maneira mais simples do mundo, apenas um short jeans e uma camiseta de manga, me culpei por ter sido tão desatenta e não ter percebido que minha mãe estava incrivelmente bem vestida, alem dos meus pais e a Tanya, tinha mais algumas pessoas sentadas a mesa, pessoas essas que eu nunca tinha visto na vida, e terrivelmente Impressionada por que ao lado da Tanya estava um homem incrivelmente bonito, com o cabelo extremamente bagunçado, ele era fodidamente sexy, eu sabia que não podia achar ele sexy, nem bonito, nem nada disso, mas era difícil.
Minha mãe me tirou dos meus desvaneio, falando:
"Querida seus tios resolveram vir jantarem com nosco, isso não e bom?"
Olhei para aquelas pessoas sentadas ha mesa, eu podia afirma que eu não conhecia nenhuma delas, eles não eram meus parentes.
"Claro, mãe" disse, aquilo só podia ser por causa daquele cara; Então olhei para aqueles desconhecidos e os comprimente "Olá."
Ela apontou para o homem ao lado da Tanya e disse:
"Bom aquele ali e o senhor Cullen que ficará um tempo hospedado aqui em casa."
Quando ele olhou diretamente pra mim eu quase suspirei, nunca tinha visto tanta perfeição na vida, ele me fitava sem desvia os olhos, eu não consegui dizer nada além de um simples "olá" ele me cumprimentou com um gesto da cabeça, me deixando curiosa em relação a voz dele, por que se fosse tão perfeita como a aparência eu gostaria de ouvi-lá sempre que possível.
Me sentei na cadeira que estava reservada pra mim e abaixei o olhar, afinal eu devia me manter distante daquele homem e não me sentir encantada por ele.
Passei a maior parte do jantar com os olhos focados no meu prato, as vezes quando a conversa deles era direcionada a mim que eu levantava a cabeça para responder, eu prestava atenção no que era falado, assim como eu, o tal senhor Cullen se mantéu em silencio a maior parte do jantar, mas confirmando minhas suspeitas a voz dele era perfeita, grossa, forte e totalmente dominante, ele falava trazia consigo uma autoridade total.
Quando a sobremesa foi servida me senti tentada a dispensar e fala que eu estava com sono e ir dormi, mas algo me prendia ali.
[...]
"Então o que você faz de vida?"
A Pergunta não era nada discreta, se eles queria se manter disfarçado, não deviam trazer perguntas como aquela interrompendo uma conversa sobre artes.
"Nada." A resposta era extremamente fria, mas ele dizia isso olhando nos olhos da mulher que se dizia minha tia.
"Nada, você e um rapaz tão bonito, não estuda ou trabalha?"
"Eu não sou um rapaz eu sou um homem, e como já disse não faço nada, me concentro em curti a minha vida, agora se me dão licença eu irei dormi" pelo que tudo indicava ele tinha ficado irritado com a pergunta.
Elegantemente ele pousou a taça de vinho em cima da mesa de centro e se levantou do sofá saindo da sala.
"Discrição" eu disse enquanto terminava de beber meu suco de laranja, eu achava injusto que todos ali bebessem vinho enquanto eu bebia suco, mas eu não podia reclamar, já estava de castigo se eu considerasse encher o saco da minha mãe por que eu queria beber álcool ela com toda certeza iria duplicar meu castigo.
"Alguém pode me explicar o por que dessa pergunta nada a ver?" Perguntou meu pai para a mulher alta de belos cabelos pretos.
"Alguém tinha que faze-lá, por que afinal ficar discutindo sobre quadros não iria nos levar a lugar nenhum".
"Essa pergunta foi totalmente fora de contexto".
"Não vamos discutir isso, não aqui" disse minha mãe.
"Ele mentiu" disse a Tanya, enquanto acendia um cigarro, " No quarto quando eu perguntei ele disse pra mim que era empresário".
"Pelo que eu saiba mentir sobre o que se trabalha não e crime" eu disse me metendo na conversa.
"Mas é um sinal que estamos no caminho certo, afinal se o trabalho dele fosse honesto ele não precisaria mentir" ela disse enquanto soltava aquela fumaça em minha direção.
"Bom como eu não me importo com isso vou dormi"
Me levantei, minha mãe me olhou e disse:
"Boa Noite querida.
"Boa Noite Mamãe"
Eu subi as escadas correndo, quando eu cheguei na porta do quarto do tal cullen eu podia ouvir umas vozes:
"Isabella Swan dezessete anos...
Quando ouvi meu nome foi impossível não me aproxima da porta, eu estava com o ouvido colado na mesma e não me envergonhava nenhum pouco de estar fazendo o mesmo, afinal eles estavam falando sobre mim.
"Alguma ficha?"
"Não,mas foi presa mais graças ao Charlie ela saiu limpa, ele pagou para que ela não fosse fixada, mas ela foi pressa no final do ano, por direção perigosa."
"Ela estava dirigindo?"
"Não, mas estava em um carro que um adolescente de dezesseis anos estava dirigindo, completamente bêbado, aliais estavam todos os adolescentes dentro do carro fizeram testes e constataram que todos estavam bêbados, inclusive ela."
Fiquei surpresa por eles saberem disso afinal meu pai tinha dito que ninguém nunca saberia disso.
Eu estava tão distraída que pulei quando senti alguém tocando no meu braço. Me virei, era minha mãe, ela sinalizou mandando eu ir para o meu quarto.
[...]
"O que você pensa que estava fazendo?" ela perguntou, ela estava irritada e andava de um lado para outro.
"Eles estavam falando sobre mim só por isso que eu parei pra escutar"
"Eles estavam falando o que sobre você?"
"Sobre o pequeno incidente de dezembro" eu disse, não gostava de falar da minha quase prisão, afinal era por causa disso que eu estava de castigo.
“Não deve ser nada demais, apenas querendo saber um pouco mais sobre a nossa família, ignore.”
[...]

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