12 novembro 2016

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Fanfic: Dominada - Capitulo 03

Fanfic: Dominada - Capitulo 03 Eu não podia acreditar que eu tinha permitido que aquele homem me tocasse, pior ainda era eu estar do jeito que eu estava só por ele quase ter me beijado isso era insano.

Eu entrei correr, quando eu estava no penúltimo degrau eu escorreguei o que quase me fez voltar a descer as escadas, só que dessa vez rolando, eu tinha que parar de correr molhada pela casa, entrei no meu quarto e tranquei a porta atrás de mim, eu tinha a leve impressão de que se eu não fizesse isso eu receberia visitas.


Me deitei na cama sem me importa de ainda está molhada, eu precisava de calma para entender tudo o que tinha acontecido minutos atrás
Fechei os olhos, os meus lábios ainda formigavam pelo quase beijo, se eu fechasse os olhos eu conseguia lembrar perfeitamente da voz  dele falando comigo, aquilo provocava as borboletas que voavam dentro do meu estomago, eu não queria e nem podia sentir aquilo.

Fechei os olhos pedindo a Deus que tirasse aquele homem da minha cabeça e do meu coração, eu não podia sentir nada por ele, eu jamais poderia ter nada com ele.

[…]

Eu tomei um susto com meu despertado, eu estava tendo um sonho muito quente com o senhor Cullen, e no fundo meu subconsciente sabia que isso era errado, isso explicava o susto que eu tomei com o despertador tocando.
Me levantei da cama em ainda estava vestindo meu biquíni e o roupão da noite anterior, se minha mãe me visse com aquela roupa eu iria ganha mais alguns meses no meu castigo de um ano.

Fui até o meu closet pegar meu uniforme escolar, o mesmo estava pendurado no mesmo lugar de sempre, abri minha gaveta de lingerie, e peguei uma de cor azul clara, sai do closet e fui ao banheiro, tirei aquele roupão e depois meu biquíni, entrei na água e comecei meu banho.

[…]
Sai do meu quarto já pronta para a escolar, meu cabelo está preso em um rabo de cavalo.

Desci as escadas e fui para a cozinha, cheguei lá só estava minha família, sem Tanya, sem parente que não são parentes, sem mafioso nenhum, até parecia uma sexta-feira normal.

"Bom dia." Eu disse ao me sentar no meu lugar de sempre, eles retribuíram minha saudação e continuaram a comer suas próprias refeições.

"Isabela quando você chegar da escola quero falar com você." Meu pai disse, estiquei minha mãe e peguei uma torrada, antes de morde eu o encarrei, obvio eu queria saber o que levaria o meu pai a marca uma reunião comigo, eu era curiosa jamais iria conseguir esperar até a hora em que eu voltasse da escola.

-Pode falar agora.

-Já disse que será quando você voltar da escola, será uma conversa demorada.

-Eu não fiz nada- me defendi por que pro meu pai está querendo conversa comigo a sós, boa coisa não era, era melhor começar a me defender logo.

-Eu não disse que você fez alguma coisa.- ele disse serio demais, eu não gostava disso.

Ele pediu licença e se levantou da mesa, em seguida saiu da sala de jantar, me virei para minha mãe afim de tirar alguma coisa dela, mas a mesma tinha a expressão de confusão estampada no rosto.

-Eu não sei o que raios ele que conversa com você, mas vou tentar descobrir e preparar você pro que quer que seja.- ela disse em seguida se levantou e saiu atrás do meu pai.

Ok, tomar café sozinha, perfeito.

Comecei a me servi, a mesa estava repleta de variedades o que me dava a possibilidade. Comecei com os carboidratos.

[…]

Eu não precisava me virar para ter certeza de que eu tinha  companhia, o cheiro dele infestava todo o ambiente, e era muito estranho que em tão pouco tempo eu já conhecesse o cheiro dele como se fosse um cheiro que eu conhecesse a muito tempo. Senti a cadeira ao meu lado esquerdo se movimentar, eu ainda assim continuei com os meus olhos fixos no meu prato, eu tinha medo do que significaria olha-lo.

-Bom dia- Ele me saudou, a voz dele provocou arrepios por todo o meu corpo.

-Bom dia- Minha voz sai insegura, as lembranças da noite anterior invadiram meu subconsciente, fechei os olhos com o objetivo de expulsar as lembranças e as sensações que a mesma causava em mim.

-Você parece nervosa- a voz dele dessa vez soou divertida, como se aquela situação fosse muito engraçada, aquilo provocou algo dentro de mim, eu tinha vontade, quase necessidade de encara-lo pergunta o que significava tudo aquilo, mas eu sabia que eu não estava pronta para aquele confronto, então antes que ele pudesse dar o próximo passo eu me preparei para me levantar, como se tivesse lidos os meus pensamentos antes que eu conseguisse dar o próximo passo para fora da sala de jantar ele puxou meu braço fazendo com que eu voltasse a sentar na cadeira, foi impossível conter meu grito de espanto.

-Não e educado deixar um convidado sozinho a mesa.- ele realmente parecia irritado com meu ato.

-Bom você e convidado dos meus pais não meu, então...

Voltei a me levantar, ele novamente voltou a segurar meu braço, mas dessa vez de forma mais delicada.

-Sente-se por favor, só vamos conversar um pouco.

-Eu não tenho nada pra falar com você.

-E o que aconteceu ontem?

Eu não acreditei que ele teve coragem de tocar nesse assunto.

-Você me agarrou ontem, isso e crime, eu poderia denuncia-ló.

Ele gargalhou, a  gargalhada dele era tão gostosa e contagiante que eu quase comecei a sorri com ele, mas isso foi quase, bastou eu me lembrar que ele estava rindo de mim que qualquer sinal de bom humor desapareceu.

-Crime?

-Sim Crime, se o senhor sabe tudo não sabe, eu sou menor de idade e eu posso denuncia-ló por ter me agarrado se a minha permissão ontem.

-Eu te agarrei? juro que pensei que fosse ao contrário, eu me lembro perfeitamente de você ter me agarrado e tentado me beijar.

-O que?
Ele me olhou de uma forma que dizia que aquela conversa não nos levaria a lugar nenhum.
-Por favor me solta.-Pedi, o jeito que ele estava olhando, era capaz de me desarmar completamente e isso me assustava, muito.

-Só sente-se e me faça companhia.

-Eu tenho que ir a escola- usei como desculpa, para sair de perto dele, sim estava um pouco cedo, mais era melhor eu usar o recurso da minha mãe e ficar o máximo tempo possível na escola, assim eu ficaria longe dele.

-não subestime o que eu sei sobre você, eu tenho certeza de que ainda falta alguns minutos para que você possa considerar ir a escola.

-Com e que você sabe disso?- perguntei, ele saber que eu tinha ou não ficha na policia ok, mas agora ele saber o horário que eu pegava na escola já era demais.

-Eu sei tudo sobre você, eu tenho uma facilidade incrível de descobri algo sobre alguém quando esse alguém me interessa.
Engoli o nó que ficou preso na minha garganta, ele tinha acabado de dizer com todas as letras que eu interessava a ele, eu literalmente estava sem reação.

Quando ele iria dizer alguma coisa, aquele segurança dele "Trevo" entrou na sala de jantar interrompendo nossa conversa, soltei meu braço do aperto das mãos dele e sai o mais rápido que eu consegui.

Pov | Edward

O Trevo ficou olhando ela saiu, a garota estava apavorada, isso era bom, mostrava que ela estava cedendo aos poucos mais estava.
Assim que ele pareceu ter certeza de que ela já estava longe o suficiente para ouvi-ló, ele falou:

-Cara deixa a garota em paz, pelo amor de Deus, você tem idade para ser o pai dela.

-Não começa Trevo, já sou maior de idade pago minhas contas e não necessito de baba.
Eu odiava sermão fosse ele do jeito que fosse.

-Só acho desnecessário você brincar com a garota, ela e diferente das mulheres que você se envolve.

-Essa é a graça.

-Cara eu nunca te pedi nada, portanto vou pedir agora, deixa a Isabella em paz.
Eu olhei para ele sem entende-ló, ele não era de se importar com quem eu pegava ou deixava de pegar.

-Por que tanta preocupação.

-Eu só..., ela e diferente, ela não me parece com uma pessoa má ou coisa assim eu só não quero que você a machuque.
Sim, eu concordava com ele de todos naquele lugar ela era diferente, isso se podia perceber de longe, ou ela era muito demais ou muito falsa, ou eu que estava perdendo meu poder de percepção sobre as pessoas, mas eu gostava de pensar que ela era verdadeira demais.

-Eu também a acho diferente isso que me fez a escolher.

-Não faz isso por favor.

Balancei a cabeça para o pedido dele, ela simplesmente me parecia a melhor forma de continuar naquele lugar, eu não abriria mão dela, nem mesmo sendo um pedido do Trevo.

-Só não machuca ela.
Ele pediu, o Trevo naquela situação estava se mostrando irreconhecível, ele não era assim ele nem ligava para essas coisas, era isso que o fazia tão parecido comigo.

-Pro que o que eu quero com ela e difícil não dá uns tapinhas de vez em quando.
Disse em tom de humor.

- Não e machuca-lá fisicamente, por que desse jeito eu tenho certeza de que ela pode se curar, eu estou falando emocionalmente.

-Por que você está se preocupando com isso?

O Trevo nunca ligou para o que eu fazia com as mulheres que passavam pela minha cama, e agora de uma hora pra outra ele começou a se importar.

-Nada ela só me parece uma garota legal e que tem idade pra ser sua filha.

Olhei pra ele sem acreditar que ele estava usando algo tão estupido quanto a idade dela como desculpa para me manter afastado dela.

-Seja sincero.
Exigi, se ele estivesse interessado nela, eu poderia me manter afastado.

-Já disse ela me parece ser uma pessoa legal não queria ver a mesma magoada por que você não consegue controlar seu pau.

Dessa eu tive que ri.

-Como você pode saber que ela é uma pessoa legal você nem a conhece.

-Isso se chama intuição, se eu não tivesse seguido minha intuição jamais seriamos amigos.

-ok, prometo que darei meu melhor.
Ele balançou a cabeça concordando que para aquela situação minha resposta era boa.

-Vai querer alguma coisa de mim agora de manhã?
Ele perguntou enquanto pegava uma maça em cima da mesa do café da manhã.

-Não, irei encontrar a Victoria você está liberado pra fazer o que seja o que você tenha em mente.

Ele balançou a cabeça em concordância.

-Ok, já deixarei escalado quem for te acompanha. Você vai dirigir?
Ele disse exercedendo seu papel de meu chefe de segurança.

-Sim.

-Ok. Ela tem um encontro hoje a noite!
Virei para ele sem entender de quem ele estava se referindo.

-Quem tem um encontro?

-Há Isabella.
Eu olhei para ele sem acreditar, como assim ela tem um encontro.

-Bom segundo a mensagem que ela acabou de receber ele vem busca-lá por volta das 23:00 hrs, meio tarde para uma criança sair de casa, ele vai leva-lá ao " Marthee ".
Eu conhecia a boate, afinal era minha.

-Como é que é?

-Pera ai outro mensagem.
Dessa vez ele leu a tal mensagem em voz alta.

"Esteja gata, se vista para matar, estarei te esperando na frente da sua casa as 23:00 hrs em ponto não se atrase, não esqueça a identidade falsa."

Não sei explicar o que eu senti ao ouvir ele ler aquela mensagem.

-Como adolescentes estão conseguindo convites para entrar na minha boate?

-Bom não sei, você irá encontrar com ela pergunte a mesma agora eu tenho que ir.

Victoria era quem comandava meus negócios em Nova York, era meu braço direito.

-Transfira as mensagens que ela receber para o meu celular.

-E a privacidade dela?

-Que vá para o inferno a privacidade dela.
Ele riu como se aquilo fosse algo engraçado.

-O que você vai fazer em relação ao encontro dela?
Ele sabia que era simplesmente impossível que eu ficasse parado em uma situações como aquela.
Eu à queria e não deixaria que qualquer adolescente pudesse tentar me impedir.

-Ainda não sei, mas resolverei isso em breve.


[Cont...]

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