12 novembro 2016

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Fanfic: Dominada - Capitulo 04

Fanfic: Dominada - Capitulo 04
Pov | Bella

Assim que cheguei da escola um dos seguranças do meu pai já me esperava. Ele simplesmente avisou que meu pai me aguardava no escritório.

Deixei minha mochila em cima do sofá da sala e me encaminhei ao escritório, torcia internamente para que minha mãe estivesse lá, assim ela suavizaria meu provável castigo.

Bati na porta, escutei um entre, respirei fundo e entrei.

–Cadê sua mãe?

–Eu deveria saber?

–Ela disse que iria te buscar na escola.

Se ela realmente tivesse ido me buscar ela com certeza estaria irritada por ir na minha escola atoa.

–Eu vim com o Jake, ela não disse nada sobre ir me buscar, ai eu nem esperei.

–Daqui a pouco ela aparece.

A postura dele era calma, não parecia nervoso, nem irritado. Eu fiquei observando ele, esperando que ele falasse o que ele tinha pra falar. Eu estava distante dele, bem perto da porta, enquanto ele estava atrás de sua mesa, concentrado em algo que ele lia.


–Sente-se Isabella.- Ele disse sem tirar os olhos do papel que ele lia.

Me encaminhei a uma das cadeiras e me sentei.

–Sabe ontem eu tive um péssima noite, não consegui dormi de forma nenhuma.

Eu não entendia o que ele queria com aquela conversa, eu nem sabia o que responder.

Ele continuou:

–Eu estava na janela porque não queria acorda sua mãe quando eu vi você...

Antes que ele pudesse falar qualquer coisa, me condenar ou algo do tipo eu falei.

–Não foi minha culpa, eu....

–Eu sei Isabella eu vi a cena toda.

–Então o que o senhor quer?

Ele riu e girou na cadeira, estava parecendo aquelas cenas de filme em que o vilão ganha e fica comemorando exatamente daquela forma.

–Você não percebe?

Ele perguntou, balancei a cabeça negando.

–Nossa missão era fazer com que ele gostasse de alguma das nossas agentes, mas nenhuma pareceu desperta nenhum tipo de interesse nele, até a Tanya que conforme nossas pesquisas faz o tipo exato dele o máximo que ela conseguiu foi passar uma unica noite com ele e agora ele foge dela como diabo foge da cruz.

–Talvez por que ela seja tão oferecida.

Eu não queria falar aquilo, mas simplesmente saiu.

–É pode ser, mas o que importa e que ele se interessou por você, pelo que eu fui informado ele pediu um dossiê detalhado sobre você, e capaz dele saber até a cor da sua calcinha.

–Papai...

Interrompi surpresa com o que ele disse.

–O que querida essa é a pura verdade, ele só faria isso por que está interessado em você.

Balancei a cabeça negando eu realmente não achava que fosse isso.

–Talvez isso seja só porque eu o desafie.

–Prefiro a minha alternativa.

–Tá que seja o que você quer que eu faça?

Eu tinha medo da resposta.

–Não está claro?

–Sinceramente não.

–Eu quero dar essa missão a você.

Olhei surpresa sem acreditar que ele realmente tinha dito aquilo, como assim me dar a missão da vida dele.

–Olha querida eu sei que há muito tempo você não concorda com o que fazemos, mas pense o quão bom isso pode ser, essa pode ser nossa grande chance.

–Ou eu posso destruir tudo.

–Eu não acredito nisso. Eu confio em você.

Eu não queria simplesmente esse tipo de confiança, responsabilidade.

–Eu acho melhor não.

–Eu imaginei que não iria aceitar tão facilmente assim, por tanto tenho algo a propor a você.

Olhei para ele sem entender aonde ele queria chegar com aquilo.

–O que?

–Eu sei que você não gosta do que fazemos aqui, então eu quero simplesmente prometer que assim que essa missão acaba eu simplesmente deixo você ir embora, para onde você quiser fazer o que você quiser.

–O que eu quiser?

Perguntei sem realmente acreditar no que ele dizia, eu simplesmente sabia que ele jamais deixaria eu sair.

–Eu te prometo que deixarei você parti sem dizer nada, eu não vou dizer nada, se você quiser vira uma dançarina em Las Vegas eu não vou nem ligar.

Eu deveria me importar com o fato dele falar que nem ligaria para mim, mas eu senti uma extrema alegria.

–Você não vai cumprir isso.

Eu disse, sabendo que ele poderia simplesmente me usar.

–Eu dou a minha palavra, eu nunca voltei atrás da uma palavra.

Sim eu sabia que meu pai não era muito de mentir.

–Eu preciso pensar.

–Não temos tempo pra isso, ele saiu com sua gangue e em breve voltarão e se minha intuição não falhar ele vai diretamente a você, por que ele a quer.

–Papai...

Eu precisava pensar bem sobre isso.

–Querida eu preciso de uma resposta agora.

–E se eu dizer não?

Perguntei temendo a resposta.

–Eu terei que afasta-lá dele, de uma forma que ele jamais a encontraria.

–Como assim?

Perguntei assustada.

–Eu estava vendo minhas opções e o Alasca me pareceu uma boa alterativa, em um lugar bem distante.

–Então você não está me dando alternativa.

–Claro que estou?

–Não, não está não.

–Querida isso vai ser o melhor pra todo mundo.

–Não, não vai,

Eu me levantei pronta para sair da sala.

–Isabella não terminamos essa conversa.

Ele gritou, assim que eu cheguei na porta.

–Você não me deu escolha, eu não tenho outro jeito, eu não tenho como te dar outra resposta.

–Eu sabia que você tomaria a decisão certa, mas tarde sua mãe ira conversar com você sobre as coisas que você precisa saber.

Não disse nada apenas abri a porta e sai, eu queria fugir, mas pelo posicionamento do pessoal do jardim acho que iria ser difícil e se eu usasse a passagem secreta agora, eu não conseguiria sair mais tarde.

[...]

–Tire isso do ouvido.

Eu nem tinha percebido minha mãe entrando dentro do quarto.

–Mãe.

–Como você concordou com isso Isabella.

Ela me perguntou, me sentei para que eu pudesse vê-la melhor, ela tinha uma expressão muito irritada no rosto.

–Ele não me deu escolha.

–Você vai pro Alasca, você vai para qualquer lugar , entenda que qualquer lugar, se você tivesse pressa em um quartinho em uma favela qualquer no Brasil seria melhor pra você.

Ela disse zangada, eu ainda a entendia eu mesma estava zangada, irritada, nervosa.

–Mamãe eu não quero, eu não vou ficar presa.

–Isabella.

–Mamãe eu não vou...

Eu já tinha me levantando, nesse momento eu sentia meu corpo tremendo eu estava mais do que nervosa.

–Você acha que vai ter algum tipo de liberdade com ele.

–Eu prefiro isso.

–Chega disso, eu não estou pedindo mais, isso é uma ordem, você ainda é minha filha menor de idade e sobre a minha responsabilidade e eu estou falando serio você não vai fazer isso.

–Mãe por favor, se eu for para alguns daqueles lugares você sabe o que vai acontecer comigo.

–Nada vai acontecer com você eu jamais deixaria.

–Eu já vi isso diversas e diversas vezes eu sei que não tem escapatória, ou eu ficaria louca por ficar tanto tempo sozinha ou eu faria coisa pior.

–Não fale isso.

–Mas é verdade, você sabe que é.

Ela respirou fundo e fechou os olhos, possivelmente considerando nossas alternativas.

–Eu não sei o que fazer.

Ela disse se rendendo e sentando na minha cama.

–Você vai me ajudar a fazer isso da melhor forma possível e vai dá tudo certo você vai ver, confia em mim.

–Eu não quero correr o risco, eu sei que o preço a se pagar e muito caro.

Respirei fundo e me ajoelhei na frente dela, levei minha mão até o rosto dela o erguendo fazendo-a olhar para mim.

–Você não sabe de nada mamãe.- Brinquei, eu sempre acreditei em previsão, principalmente de mãe, então se era para ela prever alguma coisa que previsse coisas boas.- vai ficar tudo bem, eu prometo.

–Eu realmente espero que sim.

Ela disse e me abraçou, retribui o abraço usando o máximo de força possível, queria simplesmente eternizar aquele momento.

–Então você vai me ajudar, o que eu devo fazer quando vê-lo de novo?

Perguntei já tínhamos nos recuperado da crise de choro que rolou logo após nosso demorado abraço.

–Eu ainda não sei, eu preciso estuda-ló se comportando perto de você para depois ter uma linha de treinamento para você.

–Então nada de Missão Impossível hoje?

–Não tente ficar longe dele, caso não consiga aja normalmente, da forma que você faria se não tivesse essa missão.

–Ok.

–Vou descer e ver como anda o andamento do jantar qualquer coisa não hesite em me procurar, ouviu.

–Sim, perfeitamente.

Ela me olhou de cara feia por eu está debochando dela.

Dei um tempo para ter certeza de que ela não voltaria mais e parti para o meu closet, em busca da rouba que eu usaria mais tarde.

Agora mais ainda eu precisava sair para dançar, beber e esquecer um pouco tudo que aconteceu na minha vida nas últimas horas.

[Cont...]



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