13 novembro 2016

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Fanfic: Te amo, Porra!!! - Capitulo 02

Fanfic: Te amo, Porra!!! - Capitulo 02

Pov | Bella

Mesmo eu querendo muito, minha mãe não permitiu que eu a acompanhasse até o aeroporto, segundo ela estava chovendo, realmente estava parecia que o mundo iria acabar, para evitar discussões eu simplesmente concordei.
Agora eu estava em casa sozinha.

Meu telefone apitou, tirei ele de dentro do bolso da calça, era uma mensagem do Edward.

"Seus pais já foram? 
Posso ir pra ir?"

Hesitei antes de responder, eu sabia o que ele queria vindo pra cá.

"Tem certeza? 
Não é que eu não queira que você venha, mas e que está chovendo muito e ..."

Me arrependi da mensagem no segundo em que à mandei, seria mais fácil e simples mandar somente um pode ou venha, não queria parecer insegura, eu tinha prometido a ele que faríamos essa semana e por mais que eu quisesse esperar até amanha e fazer as coisas como eu tinha planejado, eu tinha certeza de que hoje seria tão bom como qualquer outro dia.
"E você tem razão está chovendo muito."
Olhei a mensagem imaginando a cara que ele fez ao escreve-la.
"O que você está fazendo?"
Me sentei no sofá antes de responder:

"Nada, meus pais já foram e eu estou sozinha." 
E vc?

Levou mais tempo do que o necessário para ele me responder.

"Ouvindo musica e conversando com você. 
Meus pais saíram, foram jantar fora, estou sozinho."

"Vem pra cá."

"Não, daqui a pouco bate o sono e eu vou dormi." 
Olhei a resposta dele com uma careta.

"uau, não sabia que conversa comigo era tão entediante assim." Me fiz de ofendida, eu queria um a forma de convence-lo a vir para minha casa, sabia que seria difícil já que ele tinha percebido minha hesitação na primeira mensagem.

"Você sabe que não é. 
Eu amo conversa com você."


Sorri involuntariamente diante da mensagem.

"Então vem conversa comigo pessoalmente."

"Eu estou tentando muito respeitar o que eu sei que você quer então Senhorita Swan para de me provoca."
Sorri diante da mensagem.

"Então se você quer respeitar o que eu quero você já devia estar aqui." 
Eu estava sendo mais ousada do que de costume, mas eu dificilmente tinha coragem pra fazer tal ato, então....

"Baby, pare de me provocar."
"Vem logo seu chato."
"Eu não quero pressionar você a fazer nada que você não queira."

"E você não vai, não seja tão presunçoso. 
Eu só vou fazer o que eu quiser, se eu não quiser eu vou simplesmente dizer não e você como um cavaleiro irá respeitar minha decisão."

Eu ri da mensagem assim que eu a enviei, podia imaginar a cara dele lendo-a.
"Então ok, me aguarde chegarei ai em breve."

"Ok, mas não corra as ruas estão molhadas, cuidado. 
Te espero, beijos."

"Beijos."

Sabia que provavelmente ele tinha ignorado minha primeira mensagem, ele amava correr. No começo do nosso namoro, eu praticamente tinha que força-lo a dirigir devagar, com o passar do tempo eu fui me adaptando a forma que ele dirigia. 
Assim que eu tive certeza de que ele não me mandaria nenhuma mensagem larguei meu telefone em cima da mesa da sala e corri para o meu quarto eu precisava me certificar que estivesse tudo da melhor forma possível, o meu quarto estava arrumado então fui ao closet peguei as sacolas que continham as coisas que eu tinha comprado para a noite de amanhã e corri pro banheiro, tirei minha roupa e corri para de baixo do chuveiro... 
Tomei um banho rápido, afinal não queria correr o risco dele chegar e eu está no banho, vesti a lingerine que eu tinha comprado para essa noite, ela era bem simples, em tons azul e rosa era algo extremamente delicado nada muito safado, era algo que combinava comigo.

[...]
Respirei fundo antes de abrir a porta, ele estava lindo, vestia um suéter azul escuro uma calça jeans.

–Oi. 
Meu cumprimento foi meio baixo, tímido.


–Oi. 
Ficamos um tempo apenas nos olhando, eu não sabia o que dizer ou se eu tinha que dizer algo, era a situação mais estranha que eu já vivi.


–Posso entrar? 
Senti meu rosto queimar eu nem tinha percebido que ele ainda estava do lado de fora.


–Claro, por favor. 
Dei espaço para que ele passasse em seguida fechei a porta.


–Desculpa eu nem tinha percebido que você ainda estava do lado de fora. 
Eu estava muito envergonhada, eu estava me comportando como uma virgem, tudo bem que eu era virgem mais eu não precisava ficar corando por tudo e muito menos fazer isso na frente dele.


–Baby, relaxa se você não quiser tudo bem, mas se acalme, por favor. 
Ele pegou minha mão e apertou tentando me acalmar ou algo do tipo.

–Não eu quero, só que sei lá e difícil não ficar nervosa.
–Eu nunca vi você assim, olha- ele me mostrou minhas mãos que estavam tremendo.- Você tem certeza?
–Me beija.

Pedi, eu sabia que a única coisa que poderia me acalmar era ele. 
Ele colou os lábios nos meus, fechei os olhos, apreciando a sensação de formigamento que o beijo dele me provocava, comecei a beija-lo de volta, nossos lábios estavam tão famintos, toda vez que nossas línguas se tocava uma onda de prazer se espalhava pelo meu corpo. As mão dele estavam na minha cintura, colando cada vez mais nossos corpos, minha mãos estavam no cabelo dele o puxando cada vez mais pra perto.


–Deus te amo, tanto- ele disse quando nos afastamos para tomar ar. 
Antes que eu pudesse me declarar também ele voltou a colar os lábios nos meus. Senti as mãos dele descendo pelo meu quadril até a barra do meu vestido, senti ele subindo as mãos por dentro do meu vestido.


–Espera. 
Eu disse, ele afastou os lábios dos meus e soltou um resmungo ou algo do tipo.


–Tudo bem eu já esperava por isso. 
Ele falou quando se afastava de mim.

–Não, espera, eu não quis dizer pra você para é só pra irmos lá pra cima e mais confortável.

Eu estava mais do que envergonhada de pronunciar essas palavras em voz alta, eu esperava que ele tomasse o controle da situação, mas estava acontecendo o contrario, eu que tinha que dá cada passo aquilo me deixava mais nervosa, ele era o homem da situação, eu sei meio preconceituoso, mais ainda sim verdade eu não sabia o que fazer, mas com toda certeza não queria que fosse na sala de estar dos meus pais. 
O sorriso dele se iluminou no momento em que eu pronuncie o convite para continuarmos no quarto, eu andei na frente ele veio caminhando atrás de mim, estávamos em um silencio desconfortável, mas eu não me arriscaria a abri a boca pra dizer mais nada. 
Quando pisei no penúltimo degrau da escada tropecei em meus próprios pés, as mãos deles foram pra minha cintura impedindo que eu descesse escada abaixo.


–Ai meu deus.- saiu mais como um sussurro. -Tudo que eu não nesse momento e cair da escada. 
Comentei mais pra mim mesma.

Ele riu e me puxou um pouco mais pra perto, senti um frio percorre minha espinha, não consegui decifra se de prazer ou de medo, afinal estávamos ainda na escada e com a minha falta de coordenação motora era bem capaz deu fazer alguma coisa e acabar nos dois caindo o que não seria nada agradável.

–Como sempre, você é seus dois pés esquerdos. 
Aonde a mão dele estava, apertando minha cintura, já não mais pra me segurar, eu sentia o tão conhecido por mim formigamento que o toque dele provocava. 
Existia uma tensão palpável no ambiente, a atmosfera tinha mudado drasticamente, a chuva permanecia do lado de fora, mostrando toda sua força aquilo pela primeira vez em muitos anos não me assustava, parecia que a chuva estava só tornando o ambiente mais romântico.

–Consegue termina de subir as escadas sem nenhum possível acidente ou terei que carrega-la?- o tom de brincadeira ainda era presente na voz dele.

–Eu acho que posso subir sem cair, mas pra garanti.- peguei a mão dele e subi o degrau que faltava.
Assim que abri a porta do meu quarto me arrependi, se fosse amanhã eu poderia ter preparado todo o ambiente deixado de uma forma mais romântica, eu nem tinha conseguido acender as velas que eu tinha levado tanto tempo pra encontra-las, por mas que eu tivesse que ter um certo cuidado para que a minha falta de equilíbrio e coordenação não colocasse fogo na casa, o meu quarto estava simples como sempre. Me virei pra ele querendo ver a reação dele, mas o rosto dele pouco revelava ele tinha uma expressão pensativa.
Quando eu ia abri a boca pra justificar a falta de decoração ele se aproximou de mim e me puxou para uma beijo, inicialmente tímido, como se fosse nosso primeiro beijo e estivéssemos apenas nos conhecendo, com o passar dos segundos o beijo foi se intensificando nossas línguas já aflitas por mais contato, as mãos dele na minha cintura me trazendo cada vez mais pra perto dele, boa parte do nosso corpo se encostava, minhas mãos estavam na nuca dele, o mantendo ali, perto de mim.
Quando a falta de ar se fez presente ele afastou os lábios dos meus, para em seguida depositar um beijo na minha bochecha, trilhando um caminho até minha orelha, ele depositou algumas mordidas ali que fizeram com que arrepios de prazer se espalhassem pelo meu corpo e depois sussurrou no meu ouvido "Eu te amo", não resisti a vontade e voltei a beija-lo dessa vez com mais afico.

Começamos lentamente caminha, ainda nos beijando até a minha cama, fiquei supressa quando ele utilizando um pouco mais de força me empurrou fazendo com que eu caísse de costa em cima do colchão. Permaneci deitada da forma que eu tinha caído, ele ficou durante alguns poucos segundos apenas me observando, os olhos dele transmitiam um desejo impressionante desejo que me fez ficar mais excitada. Ele calmamente depositou o corpo sobre o meu, sem deixa que todo o peso dele ficasse sobre mim e voltou a me beija. 
Levei minhas mãos a borda da camisa dele e puxei pra cima com a intenção de tira-la, ele prontamente me ajudou, ficou apenas alguns minutos focando nele sem camisa, ele tinha um corpo extremamente lindo aos meus olhos, o corpo dele era bem proporcional. 
Permiti que as mão dele passeassem pelo meu corpo de uma forma bem mais ousada do que qualquer vez antes, ele começou com as mãos em minha cintura e foi subindo-a deixando-me cada vez mais ofegante, quando ele tocou meus seios mesmo por cima do vestido a sensação foi algo indescritível, assim não podendo controlar um gemido escapou dos meus lábios. Ele voltou a me beijar meus lábios, entre abri um pouco as pernas permitindo que assim ficássemos encaixo de uma melhor forma. Dessa vez usando os lábios ele vez o caminho contrario que anteriormente suas mão fizeram, começando pelo meu pescoço criando um caminho de fogo até o inicio do vale dos meus seios, aonde ele se afastou ficando de joelhos sobre mim:

–Posso- ele perguntou levando as mãos a barra do meu vestido, balancei a cabeça consentindo, me levantei ficando sentada na cama e levei a mão aos dois botões que prendiam na parte de trás do vestido, apoiei-me nele e fique de joelhos a fim de eu mesmo tirar meu vestido, fiz todo o processo sobre o olhar pecaminosos dele.
–uau- foi a única coisa que saiu da boca dele assim que joguei meu vestido pra longe de meu corpo, era estranho ficar de calcinha e sutiã na frente dele, aquela era a primeira vez eu já tinha ficado de biquíni mas não era a mesma coisa. O jeito que ele olhava meu corpo me deixava orgulhosa, era um olhar tomado pelo desejo, pela luxúria. Senti ele com as pontas dos dedos tocar do meu umbigo até onde começava o sutiã, deixando um rasto de fogo sobre a minha pele, os arrepios se intensificaram.

Voltamos a nos beijar, ele nos deitou sobre a cama e voltou a refazer o caminhos com os lábios sobre a minha pele, alguns gemidos escapavam dos meus lábios, ele começou com meu pescoço e foi trilhando beijos por todo meu corpo, agora sem o vestido atrapalhando, ele consegui alcanças bem mais de mim, ele depositou beijos mais intensos sobre o vão dos meus seios, minha barriga, ele passou lentamente a língua pelo meu umbigo, quando chegou na minha calcinha ele deu dois beijos ali por cima do tecido e se encaminhou beijando minha perna, na parte de dentro da minha coxa, arrancado gemidos mais altos de minha parte, ele foi beijando até meu pé e refez o caminho de volta, quando ele chegou ao meu sutiã eu o ajudei a retirá-lo ele tocou meu seio, provocando sensações novas tanto em mim quanto nele, ele voltou a tortura dos lábios sobre a minha pele, arrancando gemidos cada vez mais alto de mim, quando ele tomou meus seios em sua boca eu simplesmente senti como se ele estivesse pouco a pouco expulsando-me de meu próprio corpo, pra intensificar ainda mais a tortura ele levou os dedos para dentro de minha calcinha e começou a acariciar-me ali, depois de alguns segundos fui atingida por um orgasmo algo extremamente intenso. 
Quando voltei a mim, ao que estava acontecendo a minha voltou, parecia que tinha se passados horas em que eu estive sofrendo aquele delicioso torpor, mas eu tinha consciência de que não teria sido mais do que alguns poucos minutos.

–Uau-Exclamei, a vergonha agora reservada em uma pequena parte de minha mente.- Eu amo você.
–Eu amo você- ele disse e voltou a me beijar, senti ele se posicionando em cima de mim, abri as pernas para que permitisse que ele se posicionasse melhor, levei a mão aos botões de sua calça jeans e comecei a abrir, algumas vezes durante o processo pude sentir a ereção dele contra o tecido da calça, assim que os botões estavam abertos com a ajuda dele retirei a calça dele, o volume dentro da cueca box era algo impressionante, ele se ajoelhou e pegou a calça que eu tinha jogado um pouco pra longe de nos, mais ainda em cima da cama e tirou de dentro de um dos bolsos um envelope prata, levou o mesmo aos lábios rasgando a embalagem.
–Quer me ajudar- ele perguntou, me ajoelhei também na cama e tomei a camisinha da mão dele, eu tinha aprendido como colocar uma camisinha em uma aula de ciências o desafio era colocar a camisinha de forma correta, era algo mais pra conscientização da importância daquele negocinho.
Diferente do que eu achei eu não estava com medo, apenas a expectativa tomava conta dos meus sentimentos, ele se posicionou na minha entrada ele levou a mão ao membro o guiando até a minha entrada ele me beijou antes de iniciar a penetração, no começo tudo o que eu senti foi um pequeno desconforto, ele levou a mão a minha perna um pouco a cima do joelho e vez com que entrelaçasse minhas pernas em torno da cintura dele ele forçou um pouco mais a penetração senti um grande incomodo, ele repousou o rosto contra o meu pescoço e voltou a força a penetração.
Um gemido de dor escapou alto dos meus lábios assim que ele rompeu minha virgindade, finquei minhas unhas contra as costas dele, ele ficou alguns segundos parado, tentei relaxa afinal eu sabia que iria doer já estava preparada pra aquilo, mas esperava sentir mais do que dor na minha primeira vez.
Ele começou lentamente a se mover dentro de mim tentei ignorar o desconforto que aquilo provocava, ele me puxou para um beijo cheio de luxuria ali eu podia sentir o quanto ele estava gostando, fechei os olhos tentando me contagiar com o que estávamos fazendo e no prazer que aquele ato poderia proporcionar, ele aumentou um pouco mais a velocidade das estocadas aumentando meu desconforto, ele começou a beijar meu rosto e sussurra que me amava, só percebi que uma lagrima tinha escapado do meu rosto quando ele a limpou com a ponta do dedo.
Abri os olhos quando ele cessou os movimentos.

–Você quer que eu pare? 
Ele perguntou, no fundo eu podia ver que aquela pergunta só sai pelo extremo nível de cavalheirismo do meu namorado, caso contrario... 
Não era só por ele eu queria continuar, estava doendo isso era obvio, mas mesmo assim eu queria continuar, já estávamos ali para naquele momento seria uma puta infantilidade minha e não resolveria nada.

–Não continua.

–Você está sentindo dor baby. 
Quando ele iria sair dentro de mim eu apertei mais minhas pernas ao redor dele, só assim eu notei que ele ainda não estava completamente dentro de mim, meu movimento fez com que ele fosse todo de uma vez, e por mas que eu quisesse controlar o gemido foi impossível.

O Gemido dele foi algo extremamente prazeroso, me aproveitei do momento e falei:
–Continua por favor.

–Tem certeza? 
Balancei a cabeça confirmando, ele voltou se movimenta tentei deixar a dor de lado e me permiti senti algo diferente, os movimentos se tornaram cada vez mais forte e ritmados, em um certo momento ele conseguir atingir um ponto especifico do meu corpo que me fez estremecer de prazer, comecei a corresponder os movimentos dele com entusiasmo, a cada invertida dele eu gemia, senti a boca dele pressionando contra o meu pescoço e ele se desfazer dentro de mim.


Respirei fundo tentando controlar as sensações que tomavam conta do meu corpo.
–Amor você está pesado.

Eu disse em certo momento que eu já não aquentava mais o peso dele em cima de mim. Minha voz saiu rouca era estranho.

Ele jogou o corpo do lado do meu, e eu peguei uma das cobertas para cobrir meu corpo.
[...]


–Desculpas.
Levantei a cabeça pra olhar pra ele, eu estava deitada com a cabeça apoiada no corpo dele, não entendendo o pedido de desculpa.

–Por que?

Ele passou a mão no cabelo, estava nervoso.
–Por ter gozado antes de você.

Senti minhas bochechas queimarem, escondi minha cabeça no ombro dele morrendo de vergonha.

–Por favor Edward...
Pedi não queria conversa sobre aquilo.
–Não iremos conversa sobre isso.
Afinal ele queria que eu disse se que "não tudo bem eu te desculpo."

–Por que é tão difícil conversa comigo, amanha você irá contar tudo para a Victoria e com direito a detalhes sórdidos então por que não fala comigo que sou seu namorado, futuro marido.

–Futuro marido?
Perguntei, nunca tínhamos falado nada sobre isso, eu nunca se quer tinha cogitado casamente afinal ainda eramos muito jovens.


–Sim, pretendo me casar com você assim que terminamos a faculdade.
Eu ri.


–Faculdade?
Perguntei por que se fosse assim só casaríamos daqui aos cinco anos.


–Sim ou você prefere que cassemos assim que você completar 18?
O jeito que ele falava realmente fazia parecer que ele estava falando serio.


–Acho que depois da faculdade perfeito, mas eu espero um pedido oficial senhor Cullen.
Brinquei.
Ele caiu na gargalhada e rolou por cima de mim.


–Claro que vai haver um pedido oficial só que dessa vez você não planejará nada, será uma surpresa.
Ele disse é logo em seguida roubo-me um beijo.


–Nem sei por que ainda perco meu tempo planejando, nunca sai como o esperado.
Reclamei.


–Claro que não, as vezes é até melhor ser surpreendido.
Ele mordeu meu pescoço, senti a ereção dele contra a minha perna.

–Amor.

–O que foi?
Ele perguntou da forma mais inocente do mundo.
Sinalizei em direção ao pênis dele.


–Você está muito dolorida?
Sinalizei com a cabeça que não.

Ele puxou meu rosto para ele e possuiu minha boca de forma voraz, momentaneamente ele separou seus lábios da minha pele para logo em seguida colados contra a pele em chamas do meu pescoço, com as mãos ele afastou meus cabelos, assim que teve espaço beijo da minha orelha ao meu ombro, e assim voltamos a nos amar....


Notas finais do capítulo

Não esqueça de comentar.
Bem eu disse que nesse capitulo seria a primeira vez deles e o acidente mas como o capitulo estava ficando muito grande eu resolvi dividi-ló.
Eu queria avisar que eu começarei postar alguns Bônus/Spoillers no meu blog [Deixarei o link mais abaixo], esses bônus/spoilers serão exclusivos do blog, isso quer dizer eu só postarei no blog. Esses Bônus/Spoilers não iram interferi em nada no andamento da história, serão apenas bônus mesmo.
Quero também convida-lós a fazerem parte do meu grupo no face, criado especialmente para minhas fics:
Link do Grupo>> https://www.facebook.com/groups/MorganaSalvatoreFanfics/

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