28 dezembro 2016

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Fanfic: Dominada - Capitulo 05

Fanfic: Dominada - Capitulo 05

Notas iniciais
Exatamente um ano depois aqui está a nova atualização, peço desculpas por ter sumido e não ter atualizado a fanfic antes, mas com a perca do capitulo 5 e 6 eu não consegui reescrever o capitulo antes.


Pov | Bella

Eu não podia acreditar no que meus olhos me mostravam, ele não podia estar ali, aquela era minha noite, eu estava ali buscando esquecer as coisas que me aconteceram recentemente e ele principalmente.

—Suba por favor não queremos um espetáculo. - Olhei para aquele irritante do "Trevo", eu simplesmente sentia uma grande vontade de chutar as bolas dele.

—Eu realmente quero ir embora.- Disse e tentei passar por ele, mas o mesmo segurou meu braço me impedindo.

—Olha eu tive uma merda de dia, não teste minha paciência.

 Observei em volta, só na minha frente deveria ter uns 4 seguranças sem contar aquele "pela saco" que ainda estava me segurando, eu não tinha chance de escapar. Bufei alto, puxei meu braço me afastando daquele ridículo e subindo aquela escada que me levaria até ele.

O camarote em que ele estava era enorme e extremamente luxuoso, ele estava lá dentro sozinho, ele estava olhando de uma forma fixa para o andar de baixo pelo vidro.

—O que você quer? -Perguntei assim que passei pela porta.

—Você quieta, Trevo pode sair.

Ele disse, eu nem tinha reparado que o Trevo tinha entrado atrás de mim, não gostei nem um pouco de como ele tinha falado comigo quando eu ia dar uma resposta abusada a ele o outro falou.

—Seja rápido ele já chegou.

 Olhei para trás de mim aquele homem, Trevo, me olhava de uma forma estranha parecia me odiar.

—Pode mandar ele subir, quero logo finalizar isso para podermos ir para casa.

 O Trevo o olhou feio para ele antes de responder:

—Mas é ela?

—O que tem ela?

—Ela vai ficar aqui enquanto você trata sobre....

Ele deixou a frase morrer no ar, mas eu podia imaginar do que se tratava, mas mantive minha boca fechada eu não queria atenção em mim, ainda estava buscando uma forma de fugir dali.

—O que tem demais nisso?

Ele perguntou levando o copo até a boca e sorvendo um pouco do conteúdo.

—Mande trazer algo para ela beber.

—Que seja.

 O Trevo disse antes de sair, batendo a porta logo em seguida.

—Olha não acho que isso vai acontecer muitas vezes, mas eu concordo com o seu amiguinho ali eu realmente não devo ficar aqui, então tchau. - Eu disse me encaminhando para a porta.

—Já mandei você ficar quieta, tenho um assunto muito importante para tratar e você vai ficar ai com a boca calada, quando eu terminar de tratar desse assunto converso com você.

Ele estava estranho eu nunca tinha visto ele daquele jeito, até a posse dele era firme, muito diferente eu estava acostumada com ele brincalhão me provocando, aquilo era estranho.

—Eu não tenho nada para conversa com você.- Busquei ser o mais seria possível, mesmo que eu tivesse com um pouco de medo eu não podia deixar que ele percebesse isso.

Ele finalmente largou o que quer que fosse que estava prendendo atenção dele no andar de baixo e olhou para mim.

—Eu não estou em um bom dia, então é melhor você fazer o que eu pedi ou eu posso te amordaçar e te amarrar nesse sofá.

Busquei qualquer sinal de que ele tivesse brincando, afinal ele não teria mesmo coragem de fazer isso comigo  ou teria? A duvida me fez recuar, relutante e prometendo a mim mesma que ele me pagaria por isso, caminhei até o sofá me sentando, assim que eu o fiz a porta foi aberta era o tal Trevo ele estava acompanhando de uma garçonete loira, que não tirou os olhos do Edward internamente eu me senti feliz por que ele se quer parecer nota-lá, e um outro homem, esse homem era bem mais velho eu o daria uns 60/70 anos.

—Olá Edward é um prazer revê-ló.

Disse o homem mais velho, enquanto isso a garçonete veio ate mim, ela me entregou uma bebida rosa, agradeci baixo não queria que provocar o Edward, pelo menos não enquanto ele tivesse com aquele humor. Mesmo aceitando a bebida, eu não tinha a intenção de bebe-lá, a primeira regra que eu tinha aprendido quando se tratava de balada, era não aceitar bebida de estranhos, principalmente se você não tivesse visto o preparo.

—Digo o mesmo Gregório.

Eu senti um frio atravessar minha espinha quando aquele velho me olhou, ele me fitava com uma malicia.

—Quem é essa gracinha?-Perguntou aquele homem ao Edward.

—Essa é a minha mulher- Eu me engasguei quando entendi o que ele disse, eu tinha perdido algo? Como assim mulher dele? Eu considerei deixar claro que eu não era mulher dele, mas eu pressentia que não era a melhor coisa fazer aquilo naquela hora.

—Ou me desculpe, não fazia ideia de que você tinha sido amarrado.

Era obvio o tom de deboche daquele homem, eu só queria sair dali não queria permanecer ali ouvindo aquela conversa de louco.

—E algo recente, mas não acho que você não veio aqui para falar disso, certo?

O homem respirou fundo e abriu a mala que ele trazia. Dentro tinha dinheiro, muito dinheiro. Olhei de boca aberta para aquela situação ainda sem entender o que o Edward pretendia com aquilo, sem entender o porque dele está me fazendo presenciar aquilo.

—Eu preciso de um novo carregamento.

O Edward suspirou.

—E por que esse assunto está sendo tratado comigo?-

—E que eu não tenho a quantia completa pro pagamento do carregamento todo.

—Você conhece as regras paga primeiro leva depois?

Eu quase ri ao perceber que o que aquele cara queria ali era pedir viado.

—Olha você sabe que eu pago, tenho um dinheiro para receber daqui a um mês no máximo eu pago você.

—Faz assim, você leva o que tem dinheiro para pagar e depois daqui a um mês ou quando você tiver você leva mais.

—Pensei que fossemos amigos.

—E somos e é por isso que eu não quero ter que colocar uma bala na sua cabeça daqui a um mês.

Senti um frio na espinha quando ele disse aquilo, por mais louco que parecesse eu não conseguia ver o Edward como um assassino.

—Você vai perde um cliente.

Disse o cara, mal conseguindo disfarça a raiva na voz. A reação do Edward foi a mais esperada para o momento, ele começou a gargalha.

—E você vai comprar de quem?- existia uma segurança impactante na voz dele.

—Você não é o único que vende.

—Mas sou o melhor e você sabe disso e comprando de outro você estará comprando porcaria e sabe que quem vende porcaria perde dinheiro. Não vou ficar discutindo já está avisado se quiser comprar o que tem dinheiro pra pagar só falar com o Trevo que amanhã mesmo o carregamento é efetuado no galpão da rua Steews 13, se não quiser pode sair da minha boate.

O olhar do Edward para o homem me deixava amedrontada, era estranho eu não imaginava nunca que ele pudesse ser assim, eu foquei minha mente em gravar o endereço que ele tinha deixado escapar, talvez isso pudesse ajudar meu pai a prende-ló.

—Onde eu posso encontrar o Trevo?-O cara perguntou, o tom de voz dele mostrava que ele não estava muito feliz com o fim daquela conversa;

—E só você sair ele está na porta.

—Adeus ragazza.

Não respondi, eu já tinha ouvido aquela palavra antes mas não tinha certeza do que significava.

Eu o observei sair, deixando eu e o Edward sozinhos. Eu tinha meu nível de curiosidade sobre minha presença durante a conversa e queria muito sair dali, mas observando-o solvendo o conteúdo do seu copo parecendo um leão enjaulado eu tinha medo da reação dele a qualquer coisa que eu pudesse pronunciar.

—O que houve com sua boca esperta?

—Como?

Eu não entendi o que ele quis dizer.

—Você está em silencio, sem nenhuma pergunta impertinente ou qualquer comentário desnecessário, está sem me desafiar.

—Eu não faço perguntas impertinentes.

Garanti.

—Faz sim.

—Eu quero ir embora.

—Eu quero que você venha até mim e me faça um boquete.

Olhei perplexa para o que ele tinha dito, sem poder acreditar que aquilo tinha realmente saído da boca dele.

—Está vendo nem tudo que queremos conseguimos, aprenda a vida é assim.

Levantei pronta para sair daquele lugar ele não tinha o direito de falar comigo daquele jeito e podia ter um exercito do lado de fora daquela porta eles não conseguiriam me impedir. Ele pareceu ler minha mente e antes que eu pudesse chegar a porta ele me agarrou, puxando-me pelo braço, fazendo meu corpo ir de encontro ao dele, me pressionando contra a porta.

—Não lembro de ter permitido que você levantasse.

—Vou te contar mais uma coisa sobre a vida você não manda em mim.

Ele me deu um sorriso sexy, puxando meus dois braços os levando a minha costa. Ele era bastante forte por mais que eu me esforçasse para lutar contra, eu não conseguia nem mesmo me mover. O fato dele está usando o corpo para me prensar contra a parede tornava tudo mais difícil para mim.

—Então ai está sua boquinha esperta.

Antes que eu pudesse fazer algo ele já tinha os lábios colados ao meu, me roubando um beijo, eu não consegui me manter imóvel as sensações que o beijo causava em meu corpo, os lábios dele contra a minha boca não eram nada delicados, a língua dele seguia uma trilha de reconhecimento fundo em minha boca. ele ainda mantinha meus braços presos atrás de mim, me deixando imóvel o que servia para me exitar mais. Eu desconhecia boa partes da sensações que o beijo despertava no meu corpo, eu nunca tinha sido beijada daquele jeito, com aquele grau de entusiasmos, de excitação.

Fui tomada pelo susto ao ver a porta sendo aberta, virei o rosto separando nossos lábios, dando fim ao beijo assim que  notei que não estávamos mais sozinhos. Era o Trevo, ele tinha alguns papeis em mãos.

—O que você está fazendo aqui?

Ele perguntou com algo bem próximo a raiva.

—Vim trazer os papeis que você estava esperando.

—Você conhece bem as regras, eu não gosto de ser interrompido.

Regras? Aquilo me fez cai na real é percebe o que tinha acabado de acontecer, de novo, eu tinha cedido a ele, deixado que mais uma vez ele obtesse controle sobre meu corpo e isso era terrível, o pior ainda era a constatação de que eu não era unica, tanto que o guarda costas dele já tinha até prévio conhecimento das regras do que acontecia naquele espaço.

—Me solta eu quero ir embora.

Pedi, eu sentia meu rosto queimar de vergonha, humilhação, medo, fraqueza entre outros terríveis sentimentos.

—Você calada.

—Se você não me soltar eu vou fazer um escanda-lo enorme.

Afirmei com convicção.

—Faça o escanda-ló que você quiser, mas você só vai sair daqui quando eu autorizar.

Ele soltou meus braços, mas ainda manteve o corpo pressionando o meu.

—Você me espere no meu escritório, já te encontro lá.

Ele disse ao trevo.

—Você sente-se ali e beba sua bebida, nem adianta tentar fugir, do lado de fora dessa sala está cheio dos meus seguranças e eles tem ordens expressas para mante-lá aqui nem que para isso eles tenham que amarra-lá.

Ele me largou e seguiu o guarda costas dele.

Mesmo com o aviso dele eu tinha que me certificar que realmente não tinha chance de eu fugir daquele lugar, assim que ele bateu a porta do escritório eu me levantei e caminhei até a porta de saída, só para confirma o que já me tinha sido avisado, assim que notaram minha presença eu voltei a fechar a porta. Eu já estava angustiada com a quantidade de horas que ele estava me fazendo esperar, e pensar que meu objetivo ao sair de casa era simplesmente esquece-lo, esquecer daquela porcaria em que meus pais tinham se metido e me metido, meu celular já não tinha mais bateria, tinha descarregado eu estava simplesmente presa naquele lugar sem nada para fazer, eu já estava ficando com sono.

[Cont...]

Notas Finais
Farei o possível para atualizar antes do próximo mês, mas não estou podendo prometer nada, vida, trabalho, faculdade e relacionalmente simplesmente me fazem ficar sem tempo, mas eu prometo voltar, não sei quando, mas volto.


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