26 novembro 2016

Design Fanfic: Deep Desire (Luna Sampaio)

Capa Spirit Fanfics: Deep Desire 

Luna espero que goste da sua capa tanto quando eu gostei de fazer.
Acho que consegui seguir bem o que você pediu.
Se não gosta sinta-se a vontade para refazer o pedido, mas deixe-me saber o que não agradou.
Gostando não esqueça de comentar.

  

Design Fanfic: About a girl (Júlia Oliveira)

Capa Spirit Fanfics: About a girl

Olá Julia espero que goste da sua capa. utilizei três PSDs diferentes buscando me aproximar mais do que você pediu. Infelizmente não consegui uma combinação legal utilizando o vermelho.
Se não gosta sinta-se a vontade para refazer o pedido, mas deixe-me saber o que não agradou.
Gostando não esqueça de comentar.

  
Clique sobre a imagem para ver em maior tamanho e qualidade.


Fanfic: Favors Exchange- Capitulo 03

Favors Exchange- Capitulo 03

Pov | Bella
Mesmo que eu estivesse um caco eu precisava trabalhar, cheguei na empresa na parte da tarde e já marcando uma reunião com uma das minhas advogados e melhor amiga, eu precisava comunicá-la as mudanças no caso.
-Mandou me chamar. -Ela disse entrando dentro do meu escritório.
-Sim eu tenho novidades no caso.
-Boas ou ruins.
Ela perguntou enquanto entrava dentro do meu escritório.
-Terríveis.
-O que aconteceu?
-O Jacob deu para trás.
-Como assim deu pra trás?

24 novembro 2016

Design Fanfic: Crime Scene (oliveiraju)

Capa Spirit Fanfics: Crime Scene

Olá Julia espero que goste da sua capa, não usei muitas texturas por não achar que combinasse muito.
Se não gosta sinta-se a vontade para refazer o pedido, mas deixe-me saber o que não agradou.
Gostando não esqueça de comentar.

Clique na imagem acima para vê-lá em melhor qualidade e tamanho.

21 novembro 2016

Design Fanfic: Azzarra - Prisioneira da Maldade (Millena Spenser)


Capa Wattpad: Azzarra - Prisioneira da Maldade



Millena espero que goste, tentei seguir o máximo ao que você pediu. Não esqueça de comentar é me deixar saber o que você achou.

Clique na capa ao lado para ver a capa em melhor qualidade e tamanho original.

Sinopse: Ela má por natureza pronta para destruí lo.
Ele sem muita alternativa nem terá como fugir.

Links: Wattpad [Em Breve]



Design Fanfic: Laços do Destino (Isabel Costa e Milena Danta Dutra)


Capa Wattpad: Laços do Destino



Isabel espero que goste e use a sua capa, não esqueça de comentar o que achou.
E se possível avise quando colocar a fanfic online.

< Clique em cima da capa para vê-lá em melhor qualidade e tamanho.

Sinopse: Jamais passou pela cabeça da jovem menina que se apaixonaria por um simples DJ.
Ela, gananciosa, e que sempre se imaginou casando-se com um milionário se veria tentando lutar contra o destino e o coração.
Mas logo perceberia que essa era uma luta falia, por que quando o destino que ele não pede, manda.

Leia: Wattpad [Em breve~]

20 novembro 2016

Fanfic: Favors Exchange- Capitulo 02

Favors Exchange- Capitulo 02

Capitulo 2

Pov | Narrador

Ninguém podia prever o que o destino tinha desenhado para eles naquele dia, o “casal” dormia confortavelmente na enorme cama, depois de uma noite quente, noite essa que tinha sido longa, eles tinham pegado no sono ao mesmo tempo em que o sol nascia.

A campainha soava alta no ambiente do gigantesco apartamento, alto o suficiente para despertar a mulher que dormia nua, xingou alto, sem se incomodar com seu parceiro que dormia ao seu lado, levantou pegou seu robe e vestiu enquanto pensava em quem poderia ser, para não ser anunciado só podia ser sua amiga/secretária ela era a única que possuía passe livre em seu apartamento, os outros, até mesmo seus pais eram anunciados.

Desceu as escadas e caminhou até a porta, abrindo sem nem se dar o trabalho de olhar pelo olho magico para ver quem era. Ao abrir a porta se deparou com uma mulher para ela até então desconhecida.

Fanfic: Favors Exchange- Capitulo 01

Favors Exchange- Capitulo 01

Capitulo 1

Pov | Bella

Eu observava ele, enquanto vestia a roupa, fazendo biquinho pra mim, mas eu tinha avisado que eu o acordaria na mesma hora em que eu acordava.

—Serio, você podia ir trabalhar e me deixar dormindo.

—Não posso não, eu te avisei que o acordaria.

—Eu pensei que você estava brincando.

—Bom agora você sabe que eu não sou mulher de brincadeira, então dá pra termina de se arrumar e de preferência rápido.

13 novembro 2016

Fanfic: Double Dose of Love- 1º Bônus P.O.V Edward

Fanfic: Double Dose of Love- 1º Bônus P.O.V Edward


1º Bônus
POV Edward

-Acho que me apaixonei.
Disse enquanto me jogava no sofá.

Ele desviou os olhos do livro pra focar em mim.

-O que ?
Não repeti, conhecia meu irmão o suficiente pra saber que ele estava de deboche.

-Ela é linda, muito gata cara, serio nem sei definir o quanto ela é perfeita.
Eu disse passando a mão no cabelo, fechei os olhos me recordando da bela garota de mais cedo.

-Quem é você e o que fez com o meu irmão?
Ele sentou-se no sofá para zoar-me de uma forma mais completa.

-Hahaha muito engraçado Antony, eu aqui querendo um conselho e você de palhaçada.

-Conselho, desde quando você precisa dos meus conselhos para pegar mulher.
Eu olhei pra ele, sim ele tinha razão eu não costumava precisar, mas no fundo eu sabia que ela era diferente percebi isso pela forma que ela se portou mais cedo, meu jeito com as mulheres não funcionaria com ela.

-Deixa pra lá eu me viro.
Eu disse me levantando do sofá.

-Ou espera eu estava brincado.
Não esperei, caminhei pro meu quarto eu precisava pensar, as palhaçadas do Antony não iriam me ajudar.


Notas Finais:
Como disse que faria ai está o pequeno Spoiler de Double Dose of Love, espero que tenha gostado, como eu pretendo seguir com essa fic apenas com os POVs da nossa mocinha, todos os POVs dos nossos príncipes serão bônus e serão postados apenas aqui no blog.
Ei amei esse bônus serve pra vocês conhecerem um pouquinho da relação deles como irmãos.
Deixem comentários isso anima qualquer autora.
Pretendo trazer o primeiro capitulo ainda essa semana.

Fanfic: Amor de Colegial - Capitulo 03

Fanfic: Amor de Colegial - Capitulo 03

Pov | Edward

Mas um dia de aula, mas um dia do meu reinado, era engraçado ver como as coisas naquela escola acontecia exatamente da forma que eu queria, como tudo ali girava ao meu redor.
Assim que cheguei na escola fui recepcionado pelos meus amigos, Tanya antes mesmo que eu saísse do carro já estava pendurada no meu pescoço, aquela ali ainda tinha esperança de ter um relacionamento serio comigo, coitada.

"Fala aí Edward, ficou sabendo que tem uma aluna nova na nossa sala?" Perguntou o Caius, ele era meu principal informante na escola, ele pegava alguém na secretaria e tinha todas as informações que precisávamos antecipadamente.

Fanfic: Amor de Colegial - Capitulo 02

Fanfic: Amor de Colegial - Capitulo 2

 CAPITULO DOIS


Pov| Bella


Fiquei alguns segundos depois que o sinal tocou sentada no patio, não queria voltar pra sala de aula, quando passei pela porta senti todos os olhares em mim, mas fingi não me importa.
Caminhei lentamente até meu lugar, quando eu cheguei perto o Edward se sentou na cadeira da ponta deixando assim o canto livre para mim, mesmo sabendo exatamente o por que dele ter aceitado trocar de lugar comigo, me sentei no canto e deitei a cabeça no tampo da mesa, aumentei o volume da musica que tocava nos meus fones de ouvido, queria deixar claro que eu não estava afim de conversa.
Senti ele tirando um dos fones do meu ouvido e perguntou.

“Por que seu pai não me avisou que você iria começar a estudar aqui?”

“Pergunte isso a ele?”
Voltei a colocar os fones no meu ouvido, eu sabia que meu pai contava tudo para o Edward, já que meu pai considerava ele o filho homem que ele nunca teve, então eu não sabia o que tinha feito meu pai não contar a ele, mas se tratando do Edward meu pai até pode ter contado, mas o cabeça de fosforo era tão distraído que deve ter esquecido.

Fanfic: Amor de Colegial - Capitulo 01

Fanfic: Amor de Colegial - Capitulo 1

CAPÍTULO UM

Pov| Bella

“Filha está na hora de você ir para a escola.” senti alguém me cutucar, fingi que não era comigo.

“Vamos Isabella e seu primeiro dia, você não vai querer se atrasar.” ela disse como se entendesse o que ela estava tentando me obrigar a fazer.

“Eu não quero ir, me atrasa será o de menos.” eu disse, enquanto eu puxava a coberta tampando a minha cabeça.

“Isabella você não tem alternativa então levante-se e vá se arrumar logo.” eu continue ignorando-a.

Fanfic: Escolhas - Capitulo 04

Fanfic: Escolhas - Capitulo 4
Pov | Bella

–Mãe eu posso ficar em casa hoje?
Pedi, eu ainda não sabia como eu iria lidar com aquilo não sabia se o Antony tinha contado a alguém, eu nem sabia se eu continuaria estudando eu precisava pensar.

–Isso não vai prejudicar você?
Minha mãe perguntou.

–Não, essa semana e toda de revisão de conteúdos que eu já sei.
Era verdade a próxima semana seria a de provas ai sim eu não poderia faltar, e eu ainda está longe de estourar minha cota de faltas, então.

–Ok. Eu vou marcar um médico para você, precisamos saber como está esse bebezinho. –Ela disse acariciando minha barriga.

Balancei a cabeça afirmando, minha boca estava cheia, eu estava simplesmente aproveitando que meus enjoos tinham dado um tempo.

–Coma devagar.
Pediu ela.

[...]

Aquilo só poderia ser uma brincadeira de muito mal gosto do Edward.

-Não é mentira.
Eu não conseguia controlar as lagrimas, o olhar dele revelava que sim era verdade, afinal ele não brincaria com uma coisa seria dessas.

-Desculpas eu só não queria que você soubesse por meio de qualquer um dos fofoqueiros  da escola, então eu achei melhor vir te contar pessoalmente.

-Como que ele está.
Minha cabeça estava confusa, eu não conseguia entender o porquê de ter que acontecer logo com o Antony.

-Ele passou por uma cirurgia agora ele está instável, mas em coma.
Senti minhas pernas fraquejarem virei eu não sabia o que fazer qual seria a melhor reação a se ter, caminhei até o meio fio mais perto e me sentei ali, não estava aquentando ficar em pé, sentia meu corpo tremendo.

-Bella.
Senti o Edward sentando ao meu lado e o braço dele passar pelo meu pescoço, me abraçando, mas eu não conseguia retribuir o abraço, eu simplesmente não conseguia me mexer, percebi que eu não era a única ali que chorava.

-Vem eu vou te levar para dentro da sua casa.– Ele passou a manga da blusa dele sobre os olhos tentando esconder as lagrimas.

-Não eu quero ver ele, por favor.

-Você não me parece bem é melhor você ir para casa.

-Eu preciso vê-lo, por favor. –Insisti.

-Tudo bem, eu te levo. – Ele se deu por vencido.

[…]

Eu não consegui identificar as coisas, tudo estava muito branco, consegui ouvir o Edward dizendo algo sobre ir falar com os pais dele e me pedindo para esperar sentada em um banco que ele tinha me colocado sentada.

-Eu não estou me sentindo bem.
Disse quando senti ele pegando minha mão.

-E melhor você ir embora, depois você voltar, você não me parece estar bem.

-Não eu estou ótima eu preciso vê-lo. –Era contraditório, mas eu precisava ver como, eu precisava ter certeza de que não era uma brincadeira do Edward.

Ele resmungou algo que eu não consegui compreender, mas me ajudou a levantar e me mostrou o caminho, antes que eu pudesse dá o primeiro passo senti minha cabeça gira e de repente ficou tudo escuro.

[...]

Fechei os olhos diante da claridade, voltei a abri os olhos dessa vez com mais calma deixando meus olhos se acostumarem com a luz. Olhei em volta reparando que eu estava dentro de um quarto de hospital.

–Bella que bom que você acordou.
Olhei para o Edward, eu não entendia o que eu estava fazendo naquele quarto e nem o que o Edward estava fazendo ali comigo.

–Edward o que aconteceu?
Perguntei, enquanto tentava me sentar, ao ver meu esforço ele me ajudou.

–Você não se lembra.
Quando ele disse as coisas começaram a fazer sentido e eu conseguia me lembrar o que tinha acontecido.

–Diga que é mentira?
Pedi, eu não queria aceitar que o Antony tinha realmente se machucado.

–Por favor se acalme Bella, o médico disse que você não pode se estressa.
Se ele estava falando aquilo ele já sabia da gravidez.

–Eu quero ver ele.
Pedi. Eu simplesmente precisava vê-lo.

-Calma o médico precisa te liberar.
Ele disse colocando a mão na minha barriga, para me conter e evitar que eu descesse da maca.

– Você não quer fazer mal a esse bebe quer?
Balancei a cabeça negando, eu já conseguia amar aquele bebezinho de uma forma tão positiva que era absurda.

– Serio quase não acreditei quando o médico disse que você estava gravida.
Ele não parecia triste com a notícias, ele tinha um sorriso brincalhão no rosto.

– Vai ser engraçado ver você no papel de mãe.
Sorri era bom ver alguém totalmente feliz com minha gravidez.

– Seria melhor se eu fosse o pai, mas vou me contentar com o papel de tio babão.
Olhei para ele sem graça, eu não gostava quando ele ficava falando aquelas coisas.

– Edward, por favor. Pedi eu não queria que ele ficasse falando aquilo.

–Tudo bem parei.

–O médico vai demorar muito?
Perguntei. Tentando quebrar o clima que tinha ficado estranho.

–Ele deve estar esperando sua mãe chegar, afinal você é menor de idade, eles só te atenderam por que você estava desmaiada no corredor, falando nisso desculpa não ter conseguido te segurar e que você é meio pesada.

–Minha mãe? Perguntei.

–Sim, eu liguei para ela, e você deveria colocar uma senha menos obvia no seu celular. Olhei para ele sem entender afinal meu telefone não tinha senha, ao notar minha confusão ele disse:

–“Edward eu te amo” é uma senha muito óbvia.
Foi impossível conter o riso, sem consegui acreditar que ele tinha mesmo colocado essa senha no meu telefone.

– Você é muito idiota.
Dei um tapa no braço dele.
Batidas na porta fizeram com que parássemos com as brincadeiras. Julguei ser o médico, pelo menos o homem estava vestido assim.

–Com licença. Que bom que está acordada mocinha. Sorri levemente para o doutor.

– Bom eu tenho os resultados dos seus exames, está tudo bem com o bebe, mas eu preciso que fosse tome mais cuidado, e principalmente evite estresse.
Balancei a cabeça, concordando eu iria tentar ao máximo não me estressar.

–Bom eu já passei todas as indicações detalhadamente a sua mãe e aconselho que comece o mais rápido possível o pré-natal. Agora se me dá licença tenho que ver outros pacientes, mas sua mãe já vai entrar.
Antes que ele saísse, eu perguntei:

– Doutor eu já posso ir embora?

– Não você irá passar a noite aqui para que possamos ter certeza de que o estado do bebe está bem, temos medo que com sua queda possa haver um deslocamento de placenta e precisamos verificar melhor sua reação nas próximas horas para termos certeza antes de podermos libera-la.
Eu me assustei não entendia o porque ele não me explicar o que estava acontecendo comigo.

–Se mantenha calma, lembre-se que você não pode se estressar. E só algo que temos que avaliar com cuidado.
Senti o Edward pegando minha mão.

[...]


Chegamos no quarto que eu julguei ser onde o Antony estava pela hesitação do Edward ao abrir a porta.

-Posso ficar sozinha com ele.
Pedi, ele então abriu a porta esperou que eu passasse.
-Qualquer coisa me chame, ok?

Balancei a cabeça e fique vendo-o fechar a porta.

Ver o Antony naquela situação fez meu coração se aperta, me aproximei hesitante da cama, ele estava deitado, tinha um curativo do rosto, esse começava um pouco abaixo dos olhos até um pouco acima dos lábios. Passei lentamente a mão pelos cabelos dele, ele parecia tão frágil, o braço dele estava imobilizado, parecia estranho mais eu sentia uma grande necessidade de falar com ele mesmo sem ter certeza de que ele escutaria.

-Amor.
Eu travei eu não sabia o que dizer ou o que fazer, eu estava com raiva dele pelas coisas que ele tinha dito quando eu contei a ele, mas mesmo assim eu o amava. Tomei a decisão que me pareceu mais adequada, lentamente com medo de machuca-lo aproximei meus lábios dos dele depositando um leve selinho.

-Eu te amo, sempre vou te amar, quando você acorda eu vou estar aqui esperando por você. Eu e o nosso bebe.
Prometi tendo a certeza de que eu jamais amaria alguém da forma que eu amava ele.

Mantive meu rosto apoiado no peito dele, sem colocar realmente peso eu só queria sentir ele mais perto de mim, mesmo que ele tivesse me abandonado no momento em que eu mais precisei dele, eu o amava muito e não senti que aquela era a hora de odiá-lo não quando ele estava naquela situação, iriamos resolver nossa situação depois.

[…]

-Bella, Bella.
Senti alguém balançando meu corpo, internamente sorri por saber que aquilo era um sonho ou melhor um pesadelo.
Foi só abri os olhos para que o pesadelo voltasse, eu estava em no quarto de hospital, eu tinha pegado no sono com a cabeça ainda apoiada no peito do Antony, ele ainda tinha a expressão tranquila como se tivesse tendo um sonho bom.

-Desculpa te acorda e que temos que ir, minha mãe que entrar e …
Ele deixou a frase morrer no ar, mas eu sabia a mãe deles não gostava de mim, não me achava digna do filho dela.

-Tudo bem.
Me aproximei novamente do Antony e roubei, mas um beijo dele.
-Eu te amo. Sussurrei.

Saímos do quarto em silencio, assim que passei pela porta a cara que a dona Esme Cullen fez deixou claro que ela me odiava, por algo que eu nem tinha feito.

Olha aqui mocinha parabéns você realmente conseguiu dar o golpe, eu avisei tanto ao meu filho que você não passava de uma vadia que só queria o dinheiro dele, mas ele é teimoso e não quis me ouvir e olha só agora está ai você gravida. –Eu não podia acreditar que ela estava me falando mesmo aquelas coisas. Como alguém podia ser tão cruel.

–Eu não quero dar golpe em ninguém. – Eu disse meu tom de voz era baixo, diferente do dela.

–E nem vai, não ache que você vai conseguir um centavo da minha família.

–Eu não preciso de nada que venha de você e nem da sua família.
Eu estava tentando me manter calma, tentando me lembrar do que o médico disse que eu não podia me estressa, mas eu não conseguia. Já sentia as lagrimas banhando meu rosto.

–Mãe para já com isso, a Bella não pode se estressar, ela pode perde o bebe, pare de ficar falando essas coisas para ela. –Disse o Edward.

–Que perca, seria até melhor. – Senti meu estomago embrulhar com as palavras dela, me apoiei na parede com medo de cair, eu estava bastante tonta. – E pare de defender essa daí, sempre achei que você fosse o inteligente, vai cair no golpe dela. Ela está vendo que as chances do seu irmão saem dessa situação e pequena ela já estava se jogando para cima de você, ela não passa de uma vadia aproveitadora que não respeita nem um momento como esse.

[...]

–Ai que bom que você acordou, de novo.
Olhei para ele procurando me lembra de tudo que tinha acontecido.

–Como está meu bebe? –Perguntei ao Edward eu precisava ter certeza de que estava tudo bem com ele.

–Está tudo bem, mas o médico falou um monte por eu ter te ajudado a ir visitar o Antony, então se prepare.
Ele riu e veio se sentar na maca onde eu estava.

–Desculpe por isso. –Pedi não queria que ele se metesse em confusão por minha causa.
Ele balançou a cabeça rindo.

–Por você eu faço tudo. – Ele pegou minha mãe entre as dele e ficou mexendo com meus dedos. –Serio desculpa pelas coisas que minha mãe falou.
Ele parecia envergonhado, mas eu jamais o culparia.

–Não se preocupe eu não ligo para nada do que sua mãe falou. –A mentira era obvia, era claro que eu ligava, eu nunca tinha feito nada para aquela mulher, nada que pudesse despertar aquele ódio que ela demonstrava sentir por mim.

–Vou fingir que acredito.
Resolvi mudar de assunto, não queria me chatear, não mais.

–Cadê minha mãe?

–Foi tomar um café, pode não parecer mais a Bella adormecida demora muito para acorda.

–Prometo que no próximo eu irei acordar mais rápido.
Ele ficou sério rapidamente.

–Nem brinque com isso. Prometa que não irá desmaiar novamente.
Balancei a cabeça negando.

–Não posso prometer isso. –Ele me olhou com cara de mal e me ameaçou.

–Prometa.
Balancei a cabeça novamente, eu não podia prometer isso a ele, eu não tinha controle desse tipo de coisa. Antes que eu percebesse a intenção dele, ele levou as mãos a minha barriga, fazendo cosquinha em mim, eu não suportava cosquinha e de alguma forma ele parecia saber disso.

–Por favor, pare. –Implorei, entre risadas.

–Prometa. – Não consegui falar nada as minhas risadas eram intensas, eu já me contorcia na cama, apenas balancei a cabeça negando. –Então aquente.
Ele ainda permaneceu alguns minutos naquela tortura intensa, antes deu ceder:

–Ok, eu prometo.

–Viu não foi tão difícil.
Balancei a cabeça, enxugando as pequenas lagrimas que tinham escorrido.

–Foi sim, serio não faça mais isso.
Ele negou com a cabeça de forma travessa.

–De jeito nenhum esse é o jeito mais fácil deu consegui o que eu quiser de você.
Batidas na porta nos interromperam.

–Posso? –Perguntou minha mãe colocando a cabeça para dentro do quarto.

–Claro. Respondi.

–Que bom que você acordou estava começando a ficar preocupa.
Mordi os lábios envergonhada, eu não queria ter causado mais problemas a ela.

–Bom já que você voltou para tomar conta dela, eu preciso ir para casa. –Afirmou o Edward para minha mãe.

–Ok, eu realmente agradeço por tudo o que você fez pela minha filha.

–Por ela eu faria muito mais.
Obvio que ao ouvi-lo pronunciar essas palavras eu fiquei vermelha feito um pimentão.

–Tchau moranguinho.
Olhei para ele, o mesmo gargalhou alto ele sabia que eu odiava quando ele me chamava de moranguinho.

–Sem bico por favor, volto amanhã para levá-la para casa.
Revirei os olhos.

–Não precisa. –Eu fui sincera, ele não precisava ficar se preocupando comigo. Ele tinha as coisas dele.

–Claro que precisa e nem pense em discutir. Agora tchau. –Ele depositou um beijo no meu rosto antes de se levantar da maca. Ele caminhou até a minha mãe e beijou a mão dela, ele era um galanteador barato.
Tanto eu quando minha mãe acompanhamos com os olhos ele pegando o casaco em cima de um sofá que tinha ali e acenar antes de sair.

–Ele é um bom menino. –Disse minha mãe olhando para mim.

–Sim ele é incrível.

–Parece que ele gosta muito de você. –Antes que ela começasse eu conseguia perceber onde ela queria chegar com aquela conversa.

–Ele é só um amigo.

–Eu não disse o contrário.

–Mas pensou, que eu sei.
Ela sorriu para mim.

–Eu não sabia que agora você tinha o poder de ler mentes. Eu só o achei uma pessoa encantadora, bem diferente do outro.
Olhei para ela, eu não iria permitir que ela falasse assim do Antony.

–Pode para, não fale de alguém que não pode se defender.

–Querida eu não estou falando isso por maldade, só quis frisar a diferença entre eles e eu sinto muito pelo que aconteceu com o menino Antony, não gostava do relacionamento de vocês, não concordo com o que ele fez com você e essa criança, mas nunca jamais desejaria mal para ele.
Olhei dentro dos olhos dela, reconhecendo verdade nas palavras dela.

–Ok.

–Bem depois você me lembra de agradece ao seu amigo por ter pagado a conta do hospital, se ele não o tivesse feito iriamos passar fome esse mês, a conta desse hospital é um roubo você precisa ver.

–O Edward pagou? –Perguntei surpresa.

–Sim.

–Ele não devia ter feito isso. –Disse envergonhada, mas eu daria um jeito de devolver o dinheiro que ele tinha gastado. Eu tinha dito sério quando falei para aquela mulherzinha que eu não queria nada que vinhe-se da família dela.

–É eu também não gostei muito sabe que eu não gosto de ficar devendo favores a ninguém, mas realmente eu não tinha como pagar esse hospital. –Sim eu sabia –Mas eu gostaria muito de saber o que causou o seu segundo desmaio, entendo que na primeira vez você tenha ficado nervosa quando soube do acidente, mas essa segunda....
Eu não poderia contar a verdade a ela se não provavelmente ela iria querer tirar satisfação com a Esme e a situação iria piorar.


–Eu não aquentei ver o Antony no estado em que ele está. –Menti saiu de forma tão verdadeira que eu me espante. Mas era de certa forma verdade vê-lo daquela forma, tão frágil não era algo em que eu estava preparada.

–Sinto muito querida.
Baixei os olhos não conseguia mentir para ela e ainda a olhar nos olhos, depois que sabe mais para frente eu conseguisse contar a verdade do que tinha se passado. 
Respirei fundo controlando a profunda vontade de chora que tinha se apoderado de mim, mas bem difícil pensar na situação em que eu estava, pensar no estado do Antony e o quanto as coisas tinham mudado em tão pouco tempo, e...
–Chora querida vai fazer bem.
Os braços da minha mãe me envolveram permitindo que eu chorasse no colo dela, tentando aliviar um pouco aquilo que eu estava sentindo.

Fanfic: Escolhas- Capitulo 03

Fanfic: Escolhas- Capitulo 03


Pov | Bella

Eu ainda não entendia como eu pude ser tão estupida ao ponto de deixar aquilo acontecer, eu não deveria ter acreditado no Antony, deveria ter imposto a camisinha em nosso relacionamento físico, mas como eu sou uma burra apaixonada apenas deixei que ele fizesse como queria e agora aquele positivo me fazia querer morrer, quando eu contasse para a minha mãe ela iria simplesmente me odiar por eu estar jogando meu futuro fora e eu não podia culpa-la caso ela me odiasse afinal eu mesmo naquele momento me odiava.

Peguei o teste e escondi dentro de uma gaveta na qual só continha alguns papeis antigos e que ninguém mexia, não queria que minha mãe visse o teste antes de que eu já tivesse decidido o que fazer.

Tomei um enorme susto quando a campainha tocou, me recompus e me levantei para atender a única pessoa que poderia contar naquele momento. Assim que abri a porta o Antony entrou e foi logo se sentando no sofá da sala, ele realmente se sentia em casa. Fechei a porta e permanecia alguns segundos de costas para ele, eu não sabia como ele iria reagir, mas podia prever que não seria uma das melhores reações.

—Isabella eu tenho treino daqui a alguns minutos então fala logo o que você quer.

Olhei para ele sem acreditar que ele estava preocupado com a porcaria de um treino qualquer.

—Antony se eu pedi a você pra vim aqui é por que é algo muito importante. – Me encaminhei até a estante onde eu tinha escondido o teste, para o caso da minha mãe chegar do serviço antes do Antony. Virei aquele palitinho para ele:

—Isso não é o que eu acho que é, né?

Senti as lagrimas escorrendo e eu simplesmente queria poder chorar o máximo que eu pudesse. Ele se levantou em uma velocidade impressionante e tomou o teste da minha mãe.

—Isso está errado, para com isso você não está gravida.

Ele estava incrédulo, eu o entendia até alguns minutos atrás eu estava do mesmo jeito, eu tinha tentado me convencer que possivelmente era só um erro da porcaria do teste, mas ao repetir o teste e dar o mesmo resultado eu simplesmente tive que aceitar a ideia de que dentro de mim agora tinha um bebe crescendo. Imaginar que tinha uma vida dentro de mim me dava um enjoo enorme e uma grande vontade de vomitar, acho que por nervoso.

—Antony eu simplesmente sinto muito, mas não nos cuidávamos direito, fizemos sexo várias vezes sem camisinha, estava na cara que isso podia acontecer.

Ele bufou alto, olhando ele parecia um touro raivoso pronto para atacar, ele andava de um lado para o outro com o teste na mão.

—Na cara de quem, por que você não tomou pílula para que isso não acontecesse você foi tão irresponsável.

Eu não conseguia acreditar que ele estava simplesmente colocando a culpa em cima de mim.

—Eu não fui irresponsável sozinha por que você não usou camisinha como tantas vezes eu pedi, agora você quer simplesmente jogar toda a culpa em cima de mim, vai pro inferno Antony.

Eu me sentia tonta pelo excesso de informações que circulavam na minha cabeça. Eu tinha esperado tanto que o Antony me apoiasse, mas ele só estava me deixando mais abalada e nervosa. Eu não sabia o que fazer.

—Não adianta ficarmos discutindo isso, eu sou muito novo para ser pai, a nossa melhor opção e tirar essa criança.

Olhei para ele sem acreditar que ele realmente tinha falado aquilo, senti a tontura aumentar e me sentei com medo de cair.

—O que? – Perguntei sem ter certeza se ele realmente tinha dito aquilo ou se foi coisa do meu subconsciente.

— Meu amor me escuta, somos muito jovens, se deixarmos isso ir adiante meus pais irão me matar – Eu olhei para ele pouco me importando como os pais dele iriam reagir o que me assustava era ele querer matar um bebezinho inocente que não tinha feito nada de mal ou errado, a culpa era nossa, nos dois que fomos irresponsáveis e tínhamos que assumir o que fizemos. – Olha eu sei que é difícil, mas pensa na sua mãe e em todos os planos que ela fez para o seu futuro e agora tudo isso vai ir por água abaixo por que fomos irresponsáveis, imagina como ela vai ficar quando você contar a ela. Se você concorda eu posso falar com meu pai ele conhece os melhores médicos do mundo ele pode encontrar alguém que possa fazer isso sem nenhum dano a você.

Os argumentos dele eram muito bons, mas eu simplesmente jamais me perdoaria se eu concordasse com a monstruosidade de aborta.

— Eu sinto muito Antony. – As lagrimas simplesmente cobriam meu rosto, sem que eu conseguisse controlar. – Eu não posso fazer isso, eu simplesmente não poderia conviver comigo mesmo se eu fizesse uma monstruosidade dessas.

Minhas palavras pareceram irrita-lo, mas ele se levantou como uma flecha do meu lado e voltou a disparar para mim:

—Então eu espero que você esteja pronta para assumir isso sozinha por que eu não vou destruir meu futuro por causa de um bebe que só veio para atrapalhar e que eu não quero.

Olhei para ele incrédula, eu entendia que ele pudesse estar nervoso com a situação até eu estava, mas jamais esperaria que ele pudesse me deixar sozinha, sendo que ele sempre garantia me amar e agora ele simplesmente queria virar as costas para mim no momento em que eu mais precisava.

Eu me levante para que eu pudesse ficar bem de frente com ele e disse:

—Faça o que você quiser eu realmente não me importo, mas eu não irei tirar meu filho­­. Assim que eu pronuncie as palavras eu me senti mais leve. Porque de toda aquela confusão eu tinha certeza de que eu jamais machucaria aquele bebe, mesmo que tudo desse errado e que eu tivesse que enfrentar o mundo sozinha eu faria o melhor para cuidar do meu bebe. Eu sabia que era bem provável que ele saísse da minha vida e não voltasse nunca mais, portanto eu nada podia fazer, mas não tinha como eu simplesmente obrigá-lo a ficar.

—Ótimo eu espero que você seja feliz com ele e que não espere nenhuma contribuição minha para cuidar desse bebe.

Quando ele pronunciou aquelas palavras meu mundo caiu, eu teria que contar a minha mãe e enfrentar todo mundo sozinha, eu já podia imaginar como eu seria tratada na escola se eu não perdesse a bolsa, como as pessoas olhariam para mim, e depois como olharia para o meu bebe. Me sentei ao sofá e comecei a chorar, eu precisava de coragem para contar a minha mãe.

[...]

Depois de ter uma crise de choro que durou bastante tempo eu tomei um banho e peguei meus cadernos para estudar para a prova que seria ainda naquela semana, mesmo estando com a cabeça cheia eu consegui me concentrar o suficiente para absorver bem o conteúdo.

Na hora de sempre minha mãe chegou ao me ver sentada estudando fez uma de suas tão constantes brincadeiras.

— Uau você estudando pensei que não te encontraria em casa. – Desde do dia em que eu descumpri a promessa que eu chegaria na hora ela vinha me tratando assim.

Peguei o outro fone de ouvido e coloquei no ouvida aumentando um pouco a música, a vontade de chora estava ali, mas consegui conter as lágrimas, só de imaginar o que ela iria falar quando eu contasse que eu estava gravida, ela iria me odiar isso era fato.

Ela foi até mim e depositou um beijo no topo da minha cabeça e disse algo como que iria tomar banho, não ouvi direito por que estava com a música muito alta nos fones.

Esperei ela cruzar a porta da sala para que eu me permitisse chorar, ela com certeza iria me odiar e naquele momento eu comecei a considerar o que o Antony tinha proposto.

[...]

— O que houve Isabella? – Perguntou minha mãe. Eu estava colocando a mesa para que jantássemos.

— Podemos conversa depois do jantar. – Pedi tentando tomar coragem, sabia que adiar não faria diferença nenhuma mais eu não sabia nem como começar e não queria destruir o jantar da minha mãe.

– Ok.

Jantamos em um silencio quase absoluto de vez enquanto ela comentava alguma coisa, sobre um assunto qualquer, eu não estava conseguindo comer os enjoos estavam muito fortes e eu estava com medo de comer e não conseguir controlar o vomito.

— Isabella coma e pare de ficar revirando a comida. – Olhei para minha mãe.

— Estou sem fome.

— Fale logo o que está entalado em sua garganta e seu apetite vai voltar rapidinho.

Revirei os olhos era bem provável que não, o enjoo não iria passa por que eu estava gravida eu iria ficar enjoada constantemente.

— Depois do jantar.

– Bom eu já terminei e está na cara que você não vai comer essa comida então vamos logo ao assunto.

Me levantei pegando meu prato e o dela e levando a pia.

— Vou lavar a louça primeiro. – Disse ligando a torneira.

— Não vai não, deixe isso para depois. Vem vamos para sala para você falar logo.

Senti meu estomago dá um nó, mas segui ela sem reclamar eu não iria consegui evitá-la para sempre.

— Pronto você já pode falar.

Encarei o chão buscando coragem sabia que depois que eu pronunciasse as palavras ela iria me odiar para sempre.

— Ou, eu amo você não importa o que aconteça.

Queria realmente acreditar naquelas palavras mas sabia que aquilo seria o fim para ela.

— Você foi expulsa da escola? – Não parecia como uma pergunta estava, mas para que ela estava fazendo uma lista das piores coisas que eu podia contar a ela. – Vai ficar reprovada?

Balancei a cabeça negando as duas alternativas, respirei fundo e simplesmente falei o que estava preso em minha garganta:

— Eu estou gravida.

Eu não consegui olhar para ela e ver qual era a reação dela eu era covarde de mais.

— Não você não fez isso.

Permaneci de cabeça baixa sem coragem de encará-la.

— Como você pode simplesmente jogar sua vida fora.

Não respondia afinal o que eu poderia dizer, não havia defesa para mim, não diante daquela situação.

— Ande Isabella responda.

Até então eu não queria considerar essa hipótese, era errado se eu fizesse jamais iria me perdoar, mas eu podia conviver com o meu ódio por mim mesma não com o ódio dela por mim, então disse as palavras que eu realmente não queria:

— Mãe se você quiser eu posso tirar, eu...

Antes que eu completasse a frase senti a mão dela bater na minha boca, não foi um tapa forte, algo somente para me calar. Ela costumava fazer aquilo quando eu era criança e falava alguma palavra feia.

— Nunca mais fale uma coisa dessas você enlouqueceu não foi essa criação que eu te dei.

Tirei coragem e encarei ela.

— Eu sinto muito mãe.

— Vem cá minha menininha.

Eu me sentei ao lado dela, ela me puxou fazendo com que eu deitasse minha cabeça no colo dela.

— Nunca mais você diga uma coisa dessas, olha para mim eu amo você e não quero que você nunca mais repita uma coisa dessas, um filho e uma coisa muito especial.

Senti o soluço romper meu peito.

— Eu realmente nunca quis matar meu bebezinho. – Eu já o amava tanto. Levei as mãos ao meu ventre, queria que ele começasse a se mexer logo, era idiotice da minha parte mais eu não conseguia odiar aquele bebe e nem para de pensar como seria os próximos meses, o crescimento dele. Eu já tinha pensado demais nas coisas ruins que viriam com minha gravidez precoce, agora queria me concentrar um pouquinho nas coisas boas. – Mas você sempre disse que odiava o fato de ter engravidado de mim, você sempre se arrependeu tanto eu só não queria que você odiasse mais o fato de me ter colocado no mundo.

—Vou ter que te dar outro tapa?

Ela nunca foi muito agressiva comigo, então aquela ameaça me deixou com o pé atrás.

— Da onde você tirou que eu odeio o fato de que você nasceu, você é a coisa mais importante da minha vida, tudo que eu fiz nessa foi por você.

Olhei para ela buscando verdade nas palavras dela, ela tantas vezes deixou claro que me amava, mas que gostaria de que as coisas tivessem sido diferentes, que queria não ter engravidado.

— Mas você disse tantas vezes que se arrependia de ter ficado grávida e...

— Sim disse isso e é verdade eu deveria assim como você ter sido mais cuidadosa, eu tinha planos, sonhos que eu nunca consegui realizar por que eu me tornei mãe. E esses planos eu queria não só por mim, mas por você também, eu queria ter terminado os estudos ido para uma faculdade, conseguido um emprego estável e que eu ganhasse bem, porque eu queria te dar o mundo, mesmo que isso pudesse transformar você em uma patricinha mimada.

Minhas lagrimas se intensificaram, era horrível saber que eu tinha destruído a vida dela.

— Sinto muito por tudo, mas eu realmente não queria ter nascido. – Era um péssimo momento para deboche mais eu simplesmente não consegui controlar.

Ela levou a mão esquerda ao meu rosto tentando secar as lagrimas que escoriam.

— Pare com isso e entenda que eu não me arrependo de ter tido você e sim do jeito em que as coisas aconteceram, eu era jovem e estava sozinha, seus avós não ficaram comigo, seu pai queria que eu tirasse você. Seus avos tinham uma boa condição e eu fui criada como uma princesa e de repente eu me via gravida sem um tostão no bolso, trabalhando como doméstica, dormindo de favor na casa de pessoas que eu mal conhecia. Eu só queria que você tivesse sido mais responsável do que eu, que tivesse se cuidado, o que eu queria e quero sempre foi o seu bem, eu realmente preferia que você não tivesse engravidado agora, mas o que foi feito foi feito e não podemos mudar isso.

— Então você não me odeia?

— Claro que não querida eu jamais iria odiá-la. Você é a coisa mais importante da minha vida.

Eu me sentia feliz com aquela declaração era bom saber que eu teria pelo menos o apoio dela já que eu não podia contar com o apoio de mais ninguém.

— Querida você já contou ao pai dessa criança?

Eu voltei a chora, eu simplesmente não conseguia controlar.

— Ele não quer a criança.

Senti minha mãe enrijece, eu sabia que era difícil para ela está passando por aquilo de novo, afinal ela tinha enfrentado quase a mesma situação.

— Querida você não fez nada sozinha, ele tem responsabilidades e se ele não quiser assumir vamos procurar a família dele e eles terão que fazer alguma coisa.

—Mãe por favor a mãe dele não gosta de mim, se você falar com ela, ela vai dizer que foi um golpe.

Eu sabia que era exatamente isso que aconteceria, portanto eu preferia criar esse filho sozinha do que pedir qualquer coisa a família Cullen. Se o Antony quisesse assumir bem, se não eu iria me virar com meu filho.

— Vamos deixar para conversa sobre isso depois, agora tente se acalmar por que esse choro todo não vai fazer bem ao bebe.

Tentei fazer como ela pedi e parar de chorar, afinal não queria prejudicar meu bebe, mas era difícil eu me sentia esgotada e muito pressionada, era tanta coisa que passava na minha cabeça, eu não sabia como iria ficar minha vida depois que meu bebe nascesse, provavelmente eu teria que larga a escola e começar a trabalhar, e eu iria virar o comentário da cidade, se o Antony não assumisse meu filho eu seria tachada como piranha ou coisa do tipo o que eu dissesse se quer iria importa, afinal eu era a bolsista e ele o filho de um dos homens mais rico do mundo.

— Deixa buscar um copo de água para você para de chorar.

Ela tirou minha cabeça no colo dela e colocou-me deitada no sofá. Ela voltou com um copo de agua com açúcar, não consegui beber muito o gosto estava me fazendo enjoar.

Ela voltou a sentar no sofá e puxou minha cabeça para o colo dela, ela ficou acariciando meu cabelo até que eu consegui me acalmar.

— Melhor você ir dormi na cama por que eu não aquento mais te levar pra cama no colo.

RI do que ela falou, ela não me levava para a cama no colo a muito tempo, era engraçado ver ela tentando fazer graça pra me animar.

Me levantei do sofá, pronta para ir para a cama, abaixei e dei um beijo no rosto dela.

—Obrigada por não me odiar.

Disse antes de deixar a sala. Ela apenas me deu um sorriso.

[cont...]

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Atualizado: 28/09/2016

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